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domingo, 30 de junho de 2013

Carro de Combate SK105A2S



Descrição

Nomenclatura no CFN CC SK 105 A2S
Fabricação STEYR-DAIMLER-PUCH SPEZIALFAHRZEWG AG ( AÚSTRIA)
Emprego como Carro de Combate de apoio mútuo com infantaria
Armamento - Canhão 105mm - Metralhadora Browing .50 - Metralhadora calibre 7,62mm

sábado, 29 de junho de 2013

RbAM Tritão (R-21)

O RbAM Tritão (R-21) é um rebocador de alto mar (RbAM) da Marinha do Brasil.



O seu projeto iniciou-se em meados de 1984, quando a Estaleiro da Amazônia (ESTANAVE), em Manaus, ofereceu para venda os cascos 141, 145 e 150, oriundos de uma encomenda feita pela Petrobras.

Após estudos de viabilidade de conversão dos mesmos em rebocadores de alto mar, e estabelecidos os requisitos operacionais pelo Estado-Maior da Armada, em 27 de maio de 1985 a Marinha assinou contrato com o Estaleiro da Amazônia para a conversão dos três.

Nasciam assim os três RbAM da nova Classe Triunfo, para substituir as embarcações da antiga Classe Tritão, em operação desde a década de 1940, como fruto da visão empreendedora do então Ministro da Marinha Almirante-de-Esquadra Henrique Sabóia, que em sua gestão buscou a continuidade do Programa de Reaparelhamento da Marinha por meio da construção de embarcações de guerra no país, com o propósito de incentivar a construção naval.

Estaleiro Estaleiro da Amazônia (ESTANAVE)
Batimento de quilha 7 de fevereiro de 19771
Lançamento 6 de setembro de 1977
Incorporação 19 de fevereiro de 1987 Situação em operação
Deslocamento 819 ton (padrão), 1.680 ton (plena carga)
Comprimento 53,5 m
Calado 3,4 m Boca 11,6 m
Propulsão 2 motores diesel Villares-Burmeister & Wain Alpha com potência de 2.480 bhp, acoplados a 2 eixos com hélices de passo fixo. Equipado com Bow-Thruster, acoplado a um motor MWM gerando 200 bhp
Velocidade 13 nós (máxima)
Raio de ação 45 dias de autonomia, 11.880 milhas à 10 nós.
Armamento 2 metralhadoras Oerlikon 20 mm Tripulação 44 homens (6 oficiais e 38 praças) Classe Triunfo 

O Tritão efetuou a sua mostra de armamento em 19 de fevereiro de 1987, sendo incorporado ao Grupamento Naval do Sul em 9 de julho do mesmo ano que é subordinado ao 5º Distrito Naval da Marinha do Brasil.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Jet Ranger




O Bell 206 Jet Ranger originou-se no início da década de 60 para participar de uma licitação do exército dos EUA para um helicóptero leve de observação.

Apesar de inicialmente perder o contrato, a aeronave entrou no mercado civil em 1967. Posteriormente, acabou entrando em serviço no exército, na marinha e no corpo de fuzileiros americanos, onde obteve destaque como treinador e utilitário.

O desenho básico permaneceu o mesmo, mas a aeronave já sofreu atualizações como o 206B Jet Ranger II em 1971 e o 206B-3 JetRanger III em 1977, com um novo rotor de cauda e um motor mais potente. O 206A e o 206B são helicópteros de cinco assentos, enquanto o 206L Long Ranger é uma versão alongada com sete assentos.

Tanto a versão de cinco, quanto a versão de sete, possuem dois lugares a frente e três na traseira, mas a versão de sete lugares possui uma fileira de dois assentos entre as anteriores. O Long Ranger é comulmente usado como ambulância aérea, já a versão padrão é muito pequena para esta função.

 Força Aérea

 Sete aeronaves Bell 206A foram adquiridas em 1967. Três foram reservadas para o transporte de autoridades e designadas VH-4. Quatro foram destinadas as tarefas de ligação e observação e designadas OH-4.

Atualmente, duas aeronaves ainda estão em operação em tarefas utilitárias como UH-4.

 Marinha

 A Marinha do Brasil adquiriu um total de dezoito aeronaves Bell 206B Jet Ranger II. Estas aeronaves foram designadas IH-6A, como helicóptero de treinamento, e UH-6, como helicóptero multipropósito.

Em 1986, dezesseis aeronaves Bell 206B-3 Jet Ranger III foram adquiridas e designadas IH-6B. Atualmente, dezoito aeronaves estão em operação, integradas ao 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) e no 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4).

Estas últimas servem como destacamento aéreo embarcado, operando a partir no Monitor Parnaíba e apoiam o 6º Distrito Naval da Marinha do Brasil (em Ladário) e o Corpo de Fuzileiros Navais.

Descrição 

Fabricante Bell Helicopter
Entrada em serviço 1967
Missão Utilitário multipropósito
Tripulação 1
Dimensões 
Comprimento 11,9 m
Peso 
Tara 742 kg
Peso bruto máximo 1.520 kg
Propulsão Motores 1 x Allison 250 C20J
Performance
Velocidade máxima 225 km/h
Alcance 703 km
Teto máximo 3.962 m
Armamento
Metralhadoras pode ser armado com duas metralhadoras coaxiais de 7,62 mm ou casulos lança-foguetes

 O Bell Jet Ranger também fabricado sob licença pela Agusta na Itália.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

LANÇADO COM SUCESSO O VSB-30 V17 – TEXUS 50

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) lançou com sucesso o 14º foguete VSB-30 na manhã desta sexta-feira, dia 12 de abril.



 Às 06h25m, mais um veículo VSB-30 foi lançado, a partir do Centro Espacial de Esrange, na Suécia. O foguete levou ao Espaço o experimento TEXUS 50, que faz parte do Programa Europeu de Microgravidade.

 O desempenho do VSB-30 V17 foi perfeito, com os seguintes dados de voo: - Tempo de microvidade de 380 s; - Apogeu de 261 km; - Dispersão do ponto de impacto de 1,5 sigma. 

O Programa TEXUS iniciou-se em 1977 com objetivo principal de investigar as propriedades e o comportamento de materiais, produtos químicos e substâncias biológicas em ambiente de microgravidade, utilizando-se de foguetes de sondagem.

 Esse Programa é conduzido pelo Instituto de Pesquisa Alemão (DLR), Agência Espacial Européia (ESA), EADS Astrium e SSC (Swedish Space Corporation), com financiamento da ESA e do DLR. A empresa SSC é a responsável pelas operações de lançamento.

 Desde 2005, o foguete brasileiro VSB-30 tem sido usado no Programa TEXUS, em virtude da capacidade desse veículo de transportar aproximadamente 370 kg de carga-útil, a cerca de 270 km de altitude.

 Local de Lançamento: Centro Espacial de Esrange
 Informações técnicas:
 Tipo de foguete: VSB 30 – DCTA-IAE
 Diâmetro nominal: 557 milímetros
 Peso total:2640 kg
 Apogeu: ~268 km Fonte: IAE

quarta-feira, 26 de junho de 2013

CTE Bauru (D-18)

O CTE Bauru (Be-4) foi um Contratorpedeiro de Escolta e um Aviso Oceânico da Classe Bertioga; atualmente é um navio-museu da Marinha do Brasil.



 Construído durante a Segunda Guerra Mundial em Nova Jersey, nos Estados Unidos da América, foi lançado ao mar em 15 de setembro de 1943, e incorporado à US Navy em 11 de Outubro do mesmo ano com o nome de "USS McAnn (DE-179)".

Foi descomissionado em 15 de Agosto de 1944, data em que foi transferido para a Marinha do Brasil, recebendo o nome em homenagem à cidade de Bauru, no estado de São Paulo.

Ainda durante o conflito, o Contratorpedeiro-Escolta Bauru acompanhou comboios e desempenhou missões de apoio no transporte de tropas e no patrulhamento em zonas de guerra.

Ao fim do conflito, foi incorporado à Flotilha de Contratorpedeiros e, posteriormente, ao Esquadrão de Avisos Oceânicos, onde continuou a cumprir importantes e diversificadas missões.

Nos seus quase 40 anos de atividade, o Bauru navegou 295.405 milhas, perfazendo 1.423 dias de mar.

Após sofrer reformas de adaptação, foi aberto à visitação pública no ano de 1982. Como navio-museu temático, possui 14 ambientes que retratam a vida a bordo durante aquele período de conflito. O foco da mostra está na Campanha do Atlântico, conjunto de combates navais ocorridos naquele oceano entre os aliados e os países do eixo.


Características (quando na ativa)

Deslocamento: 1.240 toneladas (padrão), 1.620 toneladas (carregado)
Dimensões: 306' (oa), 300' (wl) x 36' 10" x 11' 8" (max)
Raio de ação: 10,800 milhas náuticas a 12 nós
Velocidade: máxima de 21 nós Propulsão: diesel-elétrica; 4 GM Mod. 16-278A; 6000 shp, 2 screws Armamento: 3 x 3"/50 Mk22 (1x3), 1 twin 40mm Mk1 AA, 8 x 20mm Mk 4 AA, 3 x 21" Mk15 TT (3x1), 1 Hedgehog Projector Mk10 (144 rounds), 8 Mk6 depth charge projectors, 2 Mk9 depth charge tracks

Está atracado no Espaço Cultural da Marinha exibindo armamento, instalações e aspectos da participação da Marinha Brasileira naquela Guerra Mundial.

domingo, 23 de junho de 2013

EMGEPRON

A Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) é uma empresa pública brasileira.



Possui cerca de 2.000 empregados. Suas instalações ficam na Ilha das Cobras junto ao complexo do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro.

 História

 Criada em 9 de junho de 1982 na cidade do Rio de Janeiro, é vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando da Marinha. É integrante da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança.

A EMGEPRON, empresa pública vinculada ao Ministério da Defesa por intermédio do Comando da Marinha, atua no vasto espectro tecnológico dos projetos desenvolvidos pela Marinha do Brasil (MB).

Essa atuação dá-se não apenas pela gerência desses projetos, contratada pela MB, mas também pela comercialização de produtos e serviços disponibilizados pelo setor naval da indústria de defesa nacional, incluindo embarcações militares (projeto, construção e modernização), reparos navais, sistemas de combate embarcados, munição de artilharia, serviços oceanográficos, apoio logístico e treinamento de pessoal, entre outros.

Atuação

A empresa desenvolve e gere projetos de engenharia naval para a Marinha do Brasil. Complementarmente, comercializa produtos e presta serviços disponibilizados pelo setor naval da indústria de defesa brasileira, como o projeto, construção e modernização de embarcações militares, execução de reparos navais, desenvolvimento e manutenção de sistemas de combate embarcados, fabrico de munição de artilharia, prestação de serviços oceanográficos, de apoio logístico e de treinamento de pessoal, entre outros.

É por meio da EMGEPRON que o Governo do Brasil realiza parcerias no campo da marinha de guerra entre nações amigas como o Equador e a Namíbia . Desde sua criação, a empresa tem colaborado para o desenvolvimento e aprimoramento dos projetos da Marinha do Brasil, em especial o submarino nuclear e seu projeto de propulsão no Centro Experimental Aramar .

sábado, 22 de junho de 2013

NT Almirante Gastão Motta (G-23)

O NT Almirante Gastão Motta (G-23) é uma embarcação da Marinha do Brasil que exerce a função de navio tanque.



Primeira embarcação a ostentar esse nome na Armada Brasileira, a sua construção foi ordenada a 15 de dezembro de 1987, para substituir o NT Marajó (G-27) e o Navio de Apoio Logístico Almirante Gastão Motta (G29) (ex-NM Itatinga, do Lloyd Brasileiro), que teve a sua conversão para uso naval cancelada, sendo vendido em 1987.

Com projeto desenvolvido a partir de requisitos definidos pela Marinha, foi construído pelo estaleiro Ishikawajima do Brasil Estaleiros S/A (ISHIBRAS), no Rio de Janeiro, com elevado nível de nacionalização.

Teve a sua quilha batida a 11 de dezembro de 1989, sendo lançado ao mar e batizado em 1 de junho de 1990. Após concluir as provas de mar, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada em 26 de novembro de 1991.

Subordinado ao Comando do Primeiro Esquadrão de Apoio, integra a Força de Superfície da Esquadra com a função de prover apoio logístico móvel às Forças Navais, em particular o reabastecimento de combustíveis utilizados por embarcações e aeronaves.

Conta com um moderno Sistema de Reabastecimento no Mar, projetado para realizar, mesmo sob condições meteorológicas adversas, diurnas ou noturnas, transferências de combustível com eficiência e segurança.

Totalmente automatizado, o sistema permite que as fainas possam ser executadas nas Estações de Meio-Navio, simultâneamente em ambos os bordos, e na Estação de Popa. Possui ainda recursos para transferência de água, pessoal e material.

Apelidado carinhosamente de "São Bernardo", o seu lema é: "Nós fazemos a Esquadra ir mais longe!"

Em junho de 2009 participou da missão de resgate dos destroços do Voo Air France 447 no Oceano Atlântico.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Raio X no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), conhecido simplesmente como Barreira do Inferno, é uma base da Força Aérea Brasileira para lançamentos de foguetes. Fundada em 1965, se tornou a primeira base aérea de foguetes da América do Sul.



Está localizada na Rota do Sol, no município de Parnamirim, a 12 km de Natal, capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte. Nela se concentram operações de lançamento de foguetes de pequeno e de médio porte.

O local foi escolhido pois é próximo do equador magnético; aproveitava o suporte logístico já existente; a região apresenta baixo índice pluviométrico; grande área de impacto representado pelo oceano e condições de ventos predominantemente favoráveis.

 O centro é aberto a visitação da população e turistas, porém deve-se fazer um agendamento. Em março de 2011, a então presidente Dilma Rousseff passou o carnaval no hotel de trânsito da base, permanecendo isolada, aproveitando a segurança das instalações.

A faixa de praia da base, por estar protegida do acesso do público externo, tornou-se uma importante área de reprodução de tartarugas marinhas, sob a supervisão do Projeto Tamar.

Lançamento 

 O Nike Apache, foi o primeiro foguete a ser lançado desta base. Ocorreu em 15 dezembro de 1965 e era um foguete de sondagem de fabricação dos Estados Unidos.
 Nesta base já foram lançados mais de 400 foguetes, desde os pequenos foguetes de sondagem meteorológica do tipo Loki, até veículos de alta performance da classe Castor-Lance, de quatro estágios.

 Dois experimentos envolvendo o INPE, a NASA e o CLBI merecem destaque:

 Projeto Exametnet – para estudos da atmosfera em altitudes de 30 a 60 km, quando foram realizadas 88 operações entre 1966 e 1978, totalizando 207 lançamentos; e o projeto Ozônio – para estudar a camada de ozônio, com um total de 81 lançamentos, entre 1978 e 1990.

 No que se refere a lançamentos orbitais, em particular equatoriais, o CLBI presta serviços de rastreio e de segurança de veículos satelizadores lançados do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Uma outra ação desenvolvida no Centro e que merece destaque é a intensa cooperação com a Agência Espacial Européia (ESA), através da atividade de rastreamento do veículo Ariane, desde seu voo inaugural.



Atuais atividades da base

 As atuais atividades da base são: Rastreamento do veículo lançador Ariane, em conjunto com o Centro Espacial Francês no (Kourou, Guiana Francesa), em conformidade com o estabelecido em um acordo com a Agência Espacial Européia (ESA).

 Continuação dos testes e experimentos de interesse do Comando da Aeronáutica.

Disponibilização dos meios operacionais em proveito de experimentos de interesse da Marinha e do Exército Brasileiro, visando, além da participação de projetos de interesse da Força Aérea Brasileira, incremento da cooperação entre as Forças Armadas.

 Venda de serviços de lançamentos e rastreamentos de foguetes suborbitais para organizações nacionais e estrangeiras, colocando os meios operacionais à disposição da comunidade científica internacional para a realização de operações espaciais, em especial aquelas relacionadas com a pesquisa e o monitoramento do meio ambiente, principalmente através da observação da atmosfera. Tal como é o projeto EXAMETNET que foi dirigido para o estudo da atmosfera na faixa entre 30 a 60 km de altitude.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Piper Seneca

O Seneca EMB-810 foi fabricado pela subsidiária da Embraer, a Indústria Aeronáutica Neiva.



 O Piper Seneca é uma aeronave bimotor executiva a pistão de pequeno porte, com capacidade para transportar com razoável conforto um piloto e cinco passageiros em viagens intermunicipais e interestaduais.

Projetada e produzida em larga escala nos Estados Unidos a partir da década de 1970 pela então Piper Aircraft (atualmente New Piper Aircraft), cujos aprimoramentos sucessivos resultaram na versão atualizada Seneca V Turbo.

A aeronave também foi produzida no Brasil sob licenciamento pela Embraer até a década de 1990.

 No Brasil

 No Brasil, as versões com a econômica motorização Continental TSIO 360 no Seneca II (hélice duas pás) e no Seneca III (hélice três pás) foram um grande sucesso de vendas na década de 1970 e 1980.

Graças a uma variada combinação de fatores, dentre eles o acordo de licenciamento firmado entre a Piper e o fabricante brasileiro Embraer, que concordaram numa nova denominação EMB-810 para o mesmo projeto básico, seguindo praticamente os mesmos respeitáveis padrões de construção das asas e fuselagem, utilizados nos Estados Unidos.

Mercado 

É comum no meio aeronáutico a comparação mercadológica do Seneca II, do Seneca III, do Seneca IV e do Seneca V com o seu principal concorrente bimotor a pistão Beechcraft Baron B-58 e Beechcraft Baron G-58: O avião da Piper acomoda com mais conforto os seus passageiros graças a um projeto de fuselagem um pouco mais larga, enquanto o modelo da Beechcraft oferece um nível de ruído interno atenuado graças a uma construção com emprego de alguns materiais de isolamento acústico mais nobres e melhor vedação das portas.

Os níveis de consumo de combustível dos aviões das duas marcas são próximos e a Beechcraft se empenhou em projetar e fabricar uma aeronave com robustez estrutural e motorização mais potente para enfrentar condições de vôo problemáticas...

Pela capacidade de pousar e decolar em pistas de pouso sem pavimentação, o Piper Seneca foi escolhido por muitos agropecuaristas brasileiros como o meio de transporte para visitas às suas fazendas e também por muitos empresários e executivos para visitas às filiais de empresas, fornecedores e revendedores.

O Piper Seneca é a aeronave bimotor leve a pistão mais vendida do mundo, mais de 5.000 unidades desse modelo foram produzidas, incluindo as versões licenciadas para a Embraer.

O Seneca V é fabricado nos Estados Unidos pela New Piper Aircraft que o oferece bem equipado por cerca de US$ 1,2 milhão (novo).

quarta-feira, 19 de junho de 2013

AvPq Aspirante Moura (U-14)

AvPq Aspirante Moura (U-14) é um navio do tipo aviso de pesquisa da Marinha do Brasil .



A incorporação aconteceu em 25 de janeiro de 2010 .

O navio anteriormente nomeado como R/V Finder (Research Vessel) e pertencia à empresa FAR - Find and Recover Ltd da Noruega.

O barco está baseado no porto do Rio de Janeiro e serve como laboratório embarcado, em apoio as pesquisas da Marinha e da comunidade científica está subordinado ao Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM).


Características

Estaleiro: Brodogradiliste Split (Jugoslávia)
Ano de construção: 1987
Deslocamento: 543 ton
Comprimento: 36 m
Boca:10 m
Calado: 3 m
Velocidade: 9 nós (serviço)
Autonomia: 10 dias
Tripulação: 12 tripulantes, mais 25 pesquisadores.

terça-feira, 18 de junho de 2013

VBTP-MR Guarani



O VBTP-MR Guarani é um veículo blindado de transporte de pessoal 6x6 atualmente em desenvolvimento pela Iveco do Brasil, como parte do programa de modernização inicialmente conhecido como "URUTU-3". Uma versão 8x8, de combate e reconhecimento, com canhão 105mm está prevista para uma etapa futura

História

Em 1999, o Exército Brasileiro emitiu um pedido (ROB # 09/99) para uma nova família de veículos blindados de combate com capacidade anfíbia capaz de substituir os EE-9 Cascavel e EE-11 Urutu desenvolvido nos anos setenta.

 A principal característica desta nova família deve ser o seu design modular, permitindo a incorporação de diferentes torres, armas, sensores e sistemas de comunicações para o mesmo carro, incluindo uma versão de comunicações, uma versão ambulância e versões diferentes de apoio de fogo, armados com morteiros de grosso calibre e sistemas de armas.

No dia 18 de dezembro de 2009, no Quartel-General do Exército, o General de Exército Fernando Sérgio Galvão, Chefe do Estado-Maior do Exército, e o Presidente da IVECO, Sr Marco Mazzu, assinaram o contrato de produção do Projeto Viatura Blindada de Transporte de Pessoal - Média de Rodas (VBTP-MR).

O referido contrato prevê a fabricação, no Brasil, de 2.044 unidades da VBTP-MR em um período de 20 anos.



  Ficha Tecnica

VBTP-MR Guarani 

Tipo Carro de combate Blindado de Transporte de Pessoal Anfíbio
Local de origem Brasil
Em serviço Desde 2012
Utilizadores Brasil
Fabricante Iveco e Exército do Brasil
Especificações Peso 14,3 t (31 526 lb)
Comprimento 6,910 m (22,67 ft)
Largura 2,700 m (8,86 ft)
 Altura 2,340 m (7,68 ft)
Equipa 1+1+1+8 (11)
Calibre 50mm Blindagem do veículo Aço
Motor Iveco FPT Cursor 9 383 hp (285 603 W)
Suspensão Hidropneumática 6x6 Alcance Operacional 600 km (373 mi) Velocidade 90km/h

Além da IVECO (produção da viatura), estão envolvidas a ELBIT (sistema de armas) e a Usiminas e Villares (desenvolvimento do aço estrutural balístico nacional).

Em 2011, o protótipo do carro foi apresentado na LAAD (Latin American Aero & Defence), feira de Defesa no Riocentro, no Rio de Janeiro. Cerca de cem unidades serão entregues por ano até 2029

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Barreira do Inferno Inicia Operações de Lançamento com Sucesso

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Parnamirim (RN), lançou, às 15h, do dia 13 de março, um Foguete de Treinamento Básico (FTB). O lançamento faz parte da Operação Barreira IX – a primeira do ano.



 O voo ocorreu exatamente como esperado. Sua duração foi de 2 minutos e 45 segundos. O foguete alcançou 17 km e teve apogeu de 32 km. Ao todo, 648 servidores do CLBI foram envolvidos na operação.
“O lançamento foi um sucesso. Os parâmetros de lançamento foram alcançados e já estamos prontos para as próximas missões previstas em nosso calendário operacional.”, afirmou Claudio Silva Braga, coordenador de geral da operação.

 O objetivo da operação é manter a capacitação dos recursos humanos e os meios operacionais, além de obter a qualificação e a certificação do foguete, cumprindo as metas do Programa Nacional de Atividades Espaciais.

 Também participam da Operação Barreira IX:
Agência Espacial Brasileira (AEB),
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA),
Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III),
Instituto de Fomento Industrial (IFI),
3º Distrito Naval,
Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e
 AVIBRAS.

 Fonte: CLBI

domingo, 16 de junho de 2013

Helicoptero AIR-CRANE para o Brasil ?

HELICÓPTERO AIR-CRANE

 

Grupamento de Mergulhadores de Combate

O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) é uma unidade de Forças Especiais da Marinha do Brasil.



Com doutrina semelhante a do US Navy Seals e a do Special Boats Service britânico, a sua função é a de se infiltrar, sem ser percebida, em áreas litorâneas e ribeirinhas, e executar tarefas como reconhecimento, sabotagem e destruição de alvos de valor estratégico. Também são especialistas em guerra não convencional, o que caracteriza a sua doutrina de forças especiais.

Foi criado em 1974 e é subordinado à Força de Submarinos, que lhe fornece o principal meio de transporte. As equipes são transportadas até às proximidades do alvo por um submarino, a partir do qual saem nadando, em caiaques ou em barcos infláveis que podem ser lançados do submarino ainda sob a água. O GRUMEC também pode alcançar o alvo saltando de paraquedas ou desembarcando de helicópteros.

 O GERR - MEC , Grupo Especial de Retomada e Resgate - Mergulhadores de Combate, congrega o pessoal responsável pela retomada de navios, instalações navais, plataformas de petróleo, bem como o resgate de reféns que venham a ser tomados/dominados por terroristas ou outros criminosos. Utilizam a tática conhecida como VBSS (Vessel Boarding Search and Seizure) e treinam regularmente em conjunto com os Comandos Anfíbios.

 Formação 

O curso de formação é prioritário para militares da Marinha do Brasil, do Corpo da Armada ou do Quadro Complementar da Armada, não podendo ser frequentado por Fuzileiros Navais, e objetiva habilitá-los a operar equipamentos de mergulho, armamento, explosivos, utilizar técnicas e táticas para guerra não-convencional e conflito de baixa intensidade, capacitando-os a executar, em suma, os diversos tipos de operações especiais. Além de ser o curso operacional mais longo das Forças Armadas Brasileiras, é conhecido por ser um dos mais rigorosos, de cada 30 inscritos, em média 4 conseguem concluí-lo, havendo edições em que nenhum candidato se formou.

Para Oficiais, existe o CAMECO - Curso de Aperfeiçoamento de Mergulhador de Combate para Oficiais, com duração de 41 semanas, divididas em quatro fases e uma fase 0, onde é dada ênfase especial ao planejamento de operações, com as disciplinas de treinamento físico militar, processo de planejamento militar e estudo de casos, gestão contemporânea e noções básicas de gestoria e liderança.

Nas demais fases, as matérias abrangem: treinamento físico militar; defesa pessoal; higiene de campanha; primeiros socorros; equipamento autônomo de circuito aberto e fechado; técnicas de combate; operações ribeirinhas; demolições; armamento; comunicações; técnicas de reconhecimento de praia; operações especiais submarinas; introdução ao microcomputador; sistema de comunicações da Marinha; e inteligência.

Depois de formado MeC, o militar é designado para servir no GRUMEC, onde participará de um completo programa complementar de adestramento e realizará cursos de extensão e estágios em diversas áreas, como Desativação de Artefatos Explosivos (DAE), Curso Básico de Paraquedista Militar, Mestre de Salto, Salto Livre, Mestre de Salto Livre, Precursor Paraquedista, Dobragem e Manutenção de Paraquedas e Suprimentos pelo ar (DOMPSA), Estágio Básico de Montanhismo, Curso de Operações na Selva, Estágio de Operações no Pantanal, Estágio de Caçador, dentre outros.

sábado, 15 de junho de 2013

NAe São Paulo (A-12)

O NAe São Paulo (A-12) é um porta-aviões incorporado pela Marinha do Brasil no ano de 2000.



 Origem do nome

Este é o quinto navio da Marinha do Brasil a ostentar esse nome em homenagem ao Estado e a cidade de São Paulo. Também receberam este nome o Vapor de Transporte São Paulo (1865), o encouraçado E São Paulo (1906) que não foi concluído, o também encouraçado E São Paulo (1907) e o RbAM São Paulo rebocador que atuou na defesa do porto de Santos na Segunda Guerra Mundial.

O lema e o brasão, Non ducor, duco (não sou conduzido, conduzo), são os mesmos da cidade de São Paulo e também foram usados pelo encouraçado E São Paulo (1907).

História

Construído na França entre 1957 e 1960, serviu à Marinha da França como porta-aviões da Classe Clemenceau sob o nome FS Foch, uma homenagem a Ferdinand Foch, comandante das tropas aliadas durante a Primeira Guerra Mundial.

Adquirido pelo equivalente a 12 milhões de dólares norte-americanos em setembro de 2000, foi recebido operacional pela Marinha do Brasil a 15 de Novembro desse mesmo ano, no porto de Brest, na França, quando teve passada a sua Mostra de Armamento.

 Com 50% mais velocidade e podendo transportar o dobro de aeronaves que o antigo NAeL Minas Gerais (A-11), o NAe São Paulo (A-12) opera aviões de ataque AF-1 e helicópteros, sendo hoje a capitânia da Armada. NAe é o acrônimo para Navio Aeródromo.

Operações

Desde a sua incorporação, participou de diversas operações:

ARAEX-02 (operação conjunta com a Armada da Argentina),
URUEX-02 (operação conjunta com a Armada do Uruguai),
TEMPEREX-02,
TROPICALEX-02,
TROPICALEX-03,
ASPIRANTEX-03,
ESQUADREX-04
CATRAPO II/HELITRAPO II,
PASSEX (com o USS Ronald Reagan (CVN-76)),

Características Gerais

Deslocamento (toneladas): 30 884 (padrão), 33 673 (plena carga)
Dimensões (metros): 266 x 51,2
Convés de Voo (metros): 266
Sistema de propulsão: caldeiras e turbinas a vapor de 126 000
Velocidade máxima: 32 nós (55 km/h)
Número de catapultas: 2
Tripulação: 1030 homens
Aeronaves: pode transportar até 40 aeronaves de asa fixa e helicópteros.

Observação: A tripulação do navio é de 1 030 homens, mais 670 homens da ala aérea. O São Paulo é o maior navio de guerra do hemisfério sul, com 265 m de comprimento e 33 mil toneladas de deslocamento à plena carga.

Reforma

Em julho de 2010, o Nae São Paulo retornou ao setor operativo da esquadra revitalizado e com algumas modernizações. Quilômetros de tubulações de água, vapor e combustível foram substituídos, todo o seu convés foi raspado e recapeado, foram feitas obras estruturais nos conveses internos e externos. As catapultas e os sensores foram revitalizados.

 A propulsão passou por uma revisão geral, sendo que trabalhos foram realizados para solucionar a vibração em um dos eixos que causou a última docagem do navio. O sistema de ar condicionado foi modernizado e ampliado. Três lançadores Simbad para defesa aérea estão operacionais.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Sistema ASTROS II

O Astros II é um sistema de lançadores múltiplos de foguetes fabricado pela empresa brasileira Avibras. Este sistema possui a capacidade de lançar munições de diferentes calibres, a distâncias entre 10 e 300 km, bastando apenas trocar os casulos de onde são disparados os foguetes. É empregado para abater alvos de grande importância, além de alvos estratégicos.



 Apesar de ser amplamente empregado na defesa terrestre, pode também ser utilizado na defesa do litoral. Foi desenvolvido em 1981 visando atender a uma demanda do Iraque, na época governado por Saddam Hussein, que se encontrava em guerra contra o Irã e necessitava de um sistema de armas que conseguisse deter a ofensiva iraniana.

 Descrição

O ASTROS dispõe de início de um sistema de controle de tiro Field Guard de origem suíça e fabricação nacional. Esse sistema analisa a trajetória de um foguete de teste que explode no ar, longe do alvo, para não alertar o inimigo e calcula automaticamente a posição dos lançadores

Versões dos veículos do sistema:

 VBA - Viatura basica Avibras
AV-LMU - Veículo lançador
AV-RMD - Veículo de transporte de munição
AV-UCF - Unidade electrónica de controlo e monitorização de tiro
AXV-VCC - Veículo de comando e controlo ao nível de batalhão

Ficha Tecnica 


Tipo - Lançador múltiplo de foguetes
Origem - Brasil
Em serviço - 1983
Utilizadores - Brasil Arábia Saudita Malásia Indonésia
Produção/ Fabricante - Avibras
Custo unitário - Uma Bateria custa $10,000,000.00
Variantes - MK6 e 2020
Especificações - Peso 12650 kg (vazio), 22000 kg (Maximo).
Calibre - 127,180,300
Alcance efetivo - 30/45/60/120 e 300 km
Blindagem do veículo - Armas leves
Armamento secundário -1 metralhadora Browning M2 .50
Alcance Operacional - autonomia para 500 km em qualquer terreno
Velocidade - 100 km/h em pistas semi preparadas

* Plataforma de lançamento Pode ser transportado por um cargueiro como o Hercules ou o Embraer KC-390

 Uso no Exército Brasileiro

 O sistema ASTROS é a resposta da AVIBRÁS à necessidade do exército brasileiro, do fim da década de 70, de um sistema de foguetes de saturação mais eficiente que o lançador rebocado para foguetes, pois seu alcance era limitado a 9Km.

Nos últimos anos, parte dos ASTROS II brasileiros estiveram distribuidos ao 6º e 8º Grupos de Artilharia de Costa Motorizados, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo a ultima reestruturação do exército, essas unidades ASTROS II foram transferidas para o estado de Goiás, próximo de Brasilia, exatamente em Formosa-GO, onde se vão concentrar todos os equipamentos junto com um centro de formação para artilharia a foguete.

Antes da transferência, cada um dos grupos estava equipado com:
4 lançadores AV-LMU
2 Veículos AV-RMD de transporte de munição
1 Veículo AV-VCC de comando e controlo da unidade
1 Veículo AV-UCF de controle de tiro
1 AV-VBA - de manutenção
1 AV-CBO - Unidade de pesquisa, adaptada para utilização do ASTROS II contra unidades navais.

Além dos 20 veículos lançadores espalgados pelo brasil, estão

O Brasil tem cerca de 20 lançadores Astros II em serviço mais 24 veículos de apoio entre diretores de tiro e veículos remuniciadores e de comando., além de outras versões.

Além disso, o governo brasileiro autorizou a compra de 30 lançadores Astros 2020 encomendados em 2012 para o Exército e mais 12 Astros 2020 (MK6) encomendados para o Marinha.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Raio X no Centro de Lançamento de Alcântara

Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), foi a denominação atribuída à segunda base de lançamentos de foguetes da Força Aérea Brasileira. Destina-se a realizar missões de lançamentos de satélites e sedia os testes do Veículo Lançador de Satélites (VLS).



 Localização

 Ela está situada na latitude 2°18’ sul, e tinha originalmente uma área de 620 km², no município de Alcântara, a 32 km de São Luís, capital do estado brasileiro do Maranhão.

Histórico

 A data de 1º de março de 1983, quando foi ativado o Núcleo do Centro de Lançamento de Alcântara - NUCLA, com finalidade de proporcionar o apoio logístico e de infraestrutura local, assim como garantir segurança à realização dos trabalhos a serem desenvolvidos na área do futuro centro espacial no Brasil, é considerada a data oficial de inauguração do CLA.

Nessa época, as primeiras famílias foram retiradas dos seus locais de origem, e transferidas para sete agrovilas, localizadas a 14 km de Alcântara. Apenas em Novembro de 1989, o CLA se tornou efetivamente operacional, quando na "Operação Pioneira", os primeiros foguetes do tipo SBAT foram lançados.

O CLA foi criado como alternativa ao Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado no estado do Rio Grande do Norte, pois o crescimento urbano nos arredores do CLBI, não permitia ampliações da base.



Características

 Devido a sua proximidade com a linha do equador, o consumo de combustível para o lançamento de satélites é menor em comparação a outras bases de lançamento existentes. No âmbito do mercado das Missões Espaciais Internacionais, o CLA é o único concorrente do Centro Espacial de Kourou situada na Guiana Francesa, mas ao contrário deste, o centro espacial brasileiro não opera lançamentos constantes em razão de atrasos logísticos e tecnológicos.

A proximidade da base com a linha do equador (2 graus e 18 minutos de latitude sul): a velocidade de rotação da Terra na altura do Equador, auxilia o impulso dos lançadores e assim favorece a economia do propelente utilizado nos foguetes.

A disposição da península de Alcântara: permite lançamentos em todos os tipos de órbita, desde as equatoriais (em faixas horizontais) às polares (em faixas verticais), e a segurança das áreas de impacto do mar que foguetes de vários estágios necessitam ter.

A área do Centro: a baixa densidade demográfica possibilita a existência de diversos sítios para foguetes diferentes.

As condições climáticas: o clima estável, o regime de chuvas bem definido e os ventos em limites aceitáveis tornam possível o lançamento de foguetes em praticamente todos os meses do ano.

A base é considerada uma das melhores do mundo pela sua localização geográfica, por estar a dois graus da linha do Equador

Instalações

Prédio de preparação de propulsores (motores)
Prédio de preparação da carga útil (experimentos científicos/tecnológicos ou satélites)
Prédio de carregamento de propelente líquido
Prédios de apoio (onde o foguete pode ser guardado)
Lançador universal (torre para lançamentos de foguetes)
Torre Móvel de Integração (usado para os lançadores de satélites)
Centro de Controle Avançado (casamata).
Base aérea com pista de pouso pavimentada e sinalizada, e pátio de aeronaves.



Lançamentos previstos

Ciclone (Tsyklon)

Trata-se de um projeto binacional, entre Brasil e Ucrânia, voltado inicialmente para o desenvolvimento da quarta versão do foguete ucraniano lançador de satélites, da série CICLONE, e a implantação de infra-estrutura de solo necessária para o lançamento desse foguete a partir de Alcântara, no Estado do Maranhão.

VLS-2

Está previsto o desenvolvimento de um veículo denominado VLS-2, destinado à colocação de satélites de médio porte em órbita baixa (LEO), que poderá atender às necessidades de projetos nacionais ou estrangeiros.

Investimentos

Está previsto a construção da nova plataforma de lançamento de foguetes, que conterá novas tecnologias de segurança e funcionamento, visando o lançamento de um novo e moderno foguete lançador de satélites,em parceria a vários países, entre eles Estados Unidos e Ucrânia.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Esquadrilha da Fumaça

Esquadrilha da Fumaça é o nome popular do "Esquadrão de Demonstração Aérea - EDA", um grupo de pilotos e mecânicos da Força Aérea Brasileira que fazem demonstrações de acrobacias aéreas pelo Brasil e pelo mundo.



Sua finalidade, de acordo com a EDA, é aproximar os meios aeronáuticos civil e militar, contribuir para a maior integração entre a Aeronáutica e as demais Forças Armadas e marcar a presença da FAB em eventos no Brasil e no exterior.

Atribuições do EDA

 Estimular e desenvolver as vocações e a mentalidade aeronáuticas;
Valorizar a Força Aérea Brasileira (FAB) e o sentimento de nacionalismo;
Expressar a afirmação e o profissionalismo de todos os componentes da FAB;
Demonstrar o alto grau de treinamento e a capacidade dos pilotos brasileiros;
Comprovar a qualidade dos produtos da indústria aeronáutica brasileira;
Contribuir para uma maior integração entre a FAB e as demais Forças Singulares;
Estimular o entrosamento entre os segmentos civil e militar ligados à atividade aeronáutica;
Representar a FAB no exterior como instrumento diplomático;
Difundir a Política de Comunicação Social do COMAER;
Participar do processo de integração nacional, marcando a presença da FAB nos eventos realizados em todo o País.


 História

A Esquadrilha originou-se pela iniciativa de instrutores de voo da antiga Escola de Aeronáutica, sediada na cidade do Rio de Janeiro. Em suas horas de folga, os pilotos treinavam acrobacias em grupo, com o intuito de incentivar os cadetes a confiarem em suas aptidões e na segurança das aeronaves utilizadas na instrução.

Em 14 de maio de 1952, uma comitiva estrangeira em visita à Escola pôde apreciar a primeira demonstração oficial do grupo. Após algumas apresentações, percebeu-se a necessidade de proporcionar ao público uma melhor visualização das manobras executadas. Com isso, em 1953, acrescentou-se na aeronave utilizada a época, o NA T-6, um tanque de óleo exclusivo para a produção de fumaça.

 Com o tempo, as aeronaves e as acrobacias mudaram, mas a essência da Esquadrilha mantém preservado o espirito de arrojo e determinação do grupo. Atualmente, o EDA está sediado na Academia da Força Aérea, na cidade de Pirassununga, Estado de São Paulo. No dia 28 de novembro de 1961, na cidade de Florianópolis em Santa Catarina.


Aviões utilizados

Aeronaves que foram utilizados pelo EDA ao longo dos anos :

North American T-6 Texan
T-24 Super Fouga Magister 
 Neiva T-25
Embraer EMB-312 Tucano


Embraer EMB-312 Tucano - T-27

O T-27 tucano, aeronave fabricada pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (EMBRAER), é altamente manobrável, qualidade essencial ao fim a que se destina.

Os T-27 restantes deverão ser alocados exclusivamente para o atendimento da atividade aérea da Academia da Força Aérea, em Pirassununga. A primeira demonstração aérea realizada com T-27 ocorreu no dia 8 de dezembro de 1983, nas festividades de formatura dos aspirantes.

Desde então, a Esquadrilha da Fumaça, com as aeronaves Tucano, tem empolgado multidões de todos os cantos do país e do exterior. A partir de 2002, as aeronaves passaram a exibir as cores da Bandeira Nacional. Já foram realizadas mais de 2.000 demonstrações com essa aeronave.

Futuro

A-29 Em 30 de setembro de 2012 foram recebidas as duas primeiras aeronaves T-29, que, a partir dos dois anos seguintes, irão substituir os T-27 nas demonstrações aéreas.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Tiro Mortal do Astro II

" Um momento emocionante ver os disparo acontecendo com tamanha potencia e precisão, só demostrando o porque o astro é tão temido em todo o mundo e porque é muito bom ter ele aqui em nosso pais...."



O Astros II é um sistema de lançadores múltiplos de foguetes fabricado pela empresa brasileira Avibras. Este sistema possui a capacidade de lançar munições de diferentes calibres, a distâncias entre 9 e 300 km, bastando apenas trocar os casulos de onde são disparados os foguetes. É empregado para abater alvos de grande importância, além de alvos estratégicos. Apesar de ser amplamente empregado na defesa terrestre, pode também ser utilizado na defesa do litoral.

Novidades no Exército Brasileiro

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Batalhão de Infantaria de Montanha



O Batalhão de Infantaria de Montanha (11º BI Mth ) é uma unidade do Exército Brasileiro, especializada em combate em ambiente de montanha.

Aprimorando e desenvolvendo técnicas especiais de operações em montanha e utilizando-se de equipamentos e armamentos específicos a este teatro de operações, já se consolidou ao longo dos anos como uma das tropas de elite do Exército, e inclusive multiplicando suas técnicas especiais a outras unidades militares brasileiras, que vão frequentar seus cursos e estágios.

Auxilia o treinamento das unidades integrantes da Força de Ação Rápida Estratégica do Exército Brasileiro, tais como a Brigada de Operações Especiais, Brigada de Infantaria Pára-quedista e a 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel).

Também multiplica suas técnicas de operações em montanha a outras unidades de elite da Marinha e da Força Aérea, bem como a unidades especiais das Forças Auxiliares, como o Batalhão de Operações Policiais Especiais da PMERJ. Localizada em São João del Rei, no estado de Minas Gerais, está subordinado a 4ª Brigada de Infantaria Motorizada, sediada em Juiz de Fora.



O Montanhismo Militar 

 Em face da missão recebida do Estado-Maior do Exército (EME), em 1997, o 11º BI Mth transformou-se na Unidade pioneira do montanhismo militar do Exército Brasileiro para a aplicação e para o desenvolvimento das técnicas exigidas pela especialização.

O Batalhão serve de organização experimental para a aplicação da doutrina de operações em montanha. Assim, tem participado de intercâmbios de instrução na América do Sul, nos Estados Unidos da América e na Europa, enviando oficiais e sargentos para a aquisição e o aperfeiçoamento de novas técnicas de montanhismo.

Fruto dessa especialização, o 11º BI Mth transformou-se em Unidade-Escola.

Atualmente, desenvolve os seguintes estágios ministrados pela Seção de Instrução de Montanhismo (SIM) aos militares da tropa de montanha e tropas especiais do Exército, Marinha, Força Aérea e Forças Auxiliares de diversos estados.
Estágio Básico do Combatente de Montanha
Estágio de Auxiliar de Guia de Cordada
Curso Básico de Montanhismo
Curso Avançado de Montanhismo

Cursos e Estágios

Estágio Básico do Combatente de Montanha 

Estágio destinado aos militares sem nenhuma experiência na atividade onde são ensinadas as técnicas básicas de montanhismo para habilitá-los a operar neste tipo de ambiente. Duração de cinco dias.

Estágio de Auxiliar de Guia de Cordada

Destinado a cabos e soldados da tropa de montanha. O Auxiliar de Guia de Cordada auxilia o oficial e sargento Guia de Cordada nas funções que lhe são peculiares, montando vias equipadas e sistemas de resgate. Duração de 4(quatro) semanas.

Curso Básico de Montanhismo

Curso que forma o especialista nas técnicas do montanhismo militar, o "Guia de Cordada". Destinado a oficiais e sargentos de carreira das Forças Armadas, Forças Auxiliares e policiais civis, militares e federais. O Guia de Cordada está apto a realizar escaladas livres, equipar vias para transposição da tropa, montar sistemas de resgate e guiar tropa especializada um ambiente montanhoso. Duração de 5(cinco) semanas.

Curso Avançado de Montanhismo

Curso que forma o assessor do comandante tático para as operações em montanha, o "Guia de Montanha". É um curso de extensão destinado aos possuidores do Curso Básico de Montanhismo. O Guia de Montanha está apto a realizar escaladas artificiais, guiar tropa de qualquer natureza e cumprir missões de reconhecimentos especializados em um ambiente montanhoso. Duração de 10(dez) semanas.

 Como Unidade peculiar que se tornou, o 11º BI Mth passou a apoiar diversos pedidos de cooperação de instrução das diversas escolas de formação e aperfeiçoamento do Exército, tanto para as aplicações das técnicas de montanhismo, quanto para a realização de exercícios táticos na região de montanha de São João del-Rei.

Futuro

Na busca incessante do seu aperfeiçoamento, o Batalhão procurou adquirir equipamentos dos mais modernos para a atividade de montanhismo. Atualmente, a sua Seção de Intrução de Montanhismo está dotada com material suficiente para equipar um Batalhão de Infantaria de Montanha, de modo a torná-la capaz de atuar em operações ofensivas e defensivas, em terreno montanhoso.

domingo, 9 de junho de 2013

Centro de Lançamento de Alcantara




 Um Lançamento de um foguete de sondagem VS-30/ORION realizado no (CLA) em Alcântara, Maranhão.

sábado, 8 de junho de 2013

Aviação Naval Brasileira

A Aviação Naval Brasileira é o componente aéreo da Marinha do Brasil, atualmente denominada Força Aeronaval. A estrutura aérea está subordinada ao Comando da Força Aeronaval, organização militar responsável por prover apoio aéreo operacional a partir das embarcações da Marinha do Brasil.

 A Aviação Naval encontra-se sediada na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, onde são feitas a manutenção a nível de parque de todas as aeronaves, e encontram-se o Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval e o Comando da Força Aeronaval.

Porém, esquadrões estão espalhados por todo o país, fornecendo apoio aéreo as organizações militares da Marinha ali sediadas ou que estejam realizando operações na área.

 É missão do Comando da Força Aeronaval: "Assegurar o apoio aéreo adequado às Operações Navais, a fim de contribuir para a condição de pleno e pronto emprego do Poder Naval onde e quando for necessário."

Histórico

Desde logo reconhecendo as potencialidades das aeronaves, apenas cinco anos após o voo pioneiro de Santos Dumont, em 1911, inicia-se o interesse da Marinha pela aviação, tendo o Tenente Jorge Henrique Moller, primeiro piloto militar brasileiro, recebido seu brevet em 29 de abril na França; e sendo fundado o Aero Clube Brasileiro.

A Aviação Naval Brasileira começa em 1916 com a criação da Escola de Aviação Naval. A aviação desenvolve-se rapidamente com o pioneirismo da força, com raids aéreos, o correio aéreo militar, precursor do atual Correio Aéreo Nacional, e a participação de aviadores navais brasileiros em operações reais de patrulha, durante a Primeira Guerra Mundial, integrando o 10° Grupo de Operações de Guerra da Royal Air Force (RAF).

Com a criação da Força Aérea Brasileira em 1941, foi decidido que a Aviação Naval e a Aviação Militar (subordinada ao Exército Brasileiro) deixariam de existir, passando seus meios a nova força. Aos militares foi dada a opção de passarem a nova força ou permanecerem na força de origem. Na época, era grande a polêmica se a Força Aérea deveria ser uma força independente ou não.

A própria Força Aérea dos Estados Unidos da América só se formou posteriormente em 1947, lutando a Segunda Guerra Mundial integrada ao Exército norte-americano. Se por um lado a absorção da Aviação Naval e Militar facilitou a criação na FAB, também privou as duas outras forças de meios aéreos. Vale a pena ressaltar que até hoje é motivo de debate quais as funções de cada aviação, podendo esta variar de país para país. Por exemplo, a Marinha do Canadá não possui aeronaves, operando a bordo das embarcações aeronaves da Força Aérea Real do Canadá.

 Com a extinção da Aviação Naval em 1941, a Marinha participou da Segunda Guerra Mundial sem o seu componente aéreo orgânico, componente este que se mostrou indispensável para a condução das operações de guerra no mar, como a história daquele conflito tão bem demonstrou. As marinhas da Alemanha e da Itália, com poderosos navios de superfície, não puderam operar regularmente por falta de apoio aéreo.

A Guerra no Oceano Pacífico foi essencialmente uma guerra aeronaval e anfíbia. A Segunda Guerra Mundial consagrou a aeronave e o porta-aviões como os meios preponderantes, colocando os encouraçados e cruzadores em segundo plano. Por outro lado, em terra, a Força Aérea mostrou-se imprescindível, com função, meios e missões específicos.

Em 1952, ressurge a Aviação Naval em sua segunda fase, com a recriação da Diretoria de Aeronáutica da Marinha e de uma estrutura organizacional. Pretendia a Marinha possuir novamente seus próprios meios aéreos, culminando com a aquisição do NAeL Minas Gerais (A-11) em 1956, que na época tinha passado por ampla modernização.

Porém, depois de intenso atrito junto a FAB, por força de Decreto Presidencial em 1965, a Marinha ficou restrita às aeronaves de asa rotativa, os helicópteros. As aeronaves de asa fixa passaram ao inventário da FAB, que as operariam a bordo do porta-aviões, e os helicópteros navais da FAB foram repassados a Marinha.

Em 1996, foram realizadas análises de propostas apresentadas por fornecedores e empresas à Marinha para uma aeronave de interceptação e ataque. Este trabalho indicou que as aeronaves A-4 Skyhawk pertencentes a Força Aérea do Kuwait, e em disponibilidade para venda, atendiam as necessidades da MB, com excelente custo benefício em virtude das poucas horas voadas por célula, condições de armazenamento e pacote logístico agregado (equipamentos de aviônica, armamento, material de apoio e sobressalentes).

Com Decreto Presidencial nº2.538, de 8 de abril de 1998, a Marinha do Brasil recuperou o direito de operar suas próprias aeronaves de asa fixa destinadas a operar a partir de suas embarcações. No mesmo ano foram recebidas 20 aeronaves para um tripulante e 3 aeronaves para dois tripulantes, estas destinadas a treinamento. As aeronaves receberam respectivamente as designações AF-1 e AF-1A.

O treinamento dos pilotos do esquadrão é realizado na Força Aérea Brasileira, na Armada da República Argentina e na Marinha dos Estados Unidos da América. O esquadrão VF-1 operou a partir do NAeL Minas Gerais, mas teve sua capacidade operativa ampliada com a aquisição do NAe São Paulo.

Em 2012, por ocasião da cerimônia comemorativa dos 96 anos da Aviação Naval, foram transferidas, para o Setor Operativo da Marinha, quatro helicópteros MH-16 "Seahawk", recentemente adquiridos pela Força. Incorporadas ao 1º Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarino (HS-1). Os equipamentos aviônicos e os sensores são da última geração.

As aeronaves serão empregadas, em conjunto com os demais meios navais e aeronavais da Força, em proveito das operações e ações de defesa e proteção da "Amazônia Azul". Até 2014, mais duas unidades do mesmo modelo serão recebidas para substituir os SH-3A/B, que por mais de 40 anos, prestaram bons serviços à Aviação Naval Brasileira.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Aeronaves Prototipos

O único da classe

Nunca foi projetado nada semelhante ao Rotodyne, um avião comercial com rotor e asas que teria evitado muitos dos problemas das aeronaves de rotores basculantes



 Sempre existiu o sonho de um avião comercial capaz de se elevar aos céus do meio de uma grande cidade, viajar longas distâncias e transportar passageiros direto até o seu destino. Em 1948, a Fairey, o Ministério de Suprimentos da Grã-Bretanha e a British European Airways fi zeram uma parceria para torná-lo realidade.

 O ambicioso helicóptero composto Rotodyne poderia ter sido um sucesso se problemas políticos não tivessem impedido a sua entrada em produção, mas foi uma corajosa tentativa de construir e vender uma aeronave comercial de decolagem vertical.

 O primeiro voo, realizado em 6 de novembro de 1957 foi empolgante – um novo conceito na aviação, que poderia decolar e pousar como um helicóptero, mas voar com quase o mesmo desempenho de um avião convencional. O grande rotor do Rotodyne era impelido por jatos colocados na ponta das quatro pás. Eles recebiam ar comprimido dos dois turboélices Eland, que também acionavam as hélices para voo horizontal. 

O Rotodyne tinha potencial para transformar radicalmente os voos entre cidades. A Kaman queria fabricá-lo nos EUA; a New York Airways comprometeu-se a comprar cinco – mas logo desistiu. Quando houve a fusão da Fairey com a Westland, em 1960, várias mudanças corporativas ocorreram rapidamente, e o um dia promissor Rotodyne foi de repente considerado um projeto no qual não valia mais a pena investir. Embora a aeronave voasse bem e os seus problemas técnicos pudessem ter sido solucionados, o Rotodyne não pôde vencer os economistas da Westland e o projeto foi cancelado em fevereiro de 1962.

 O protótipo do Fairey Rotodyne estava equipado com dois motores turboélice Napier Eland NE1.7, com potência unitária de 2 000 kW (2 800 hp). Na versão de série, eles deveriam ser substituídos pelos mais possantes e confi áveis Rolls-Royce Tyne. A aeronave tinha comprimento de 17,88 m, envergadura de 14,17 m e altura de 6, 76 m; o rotor tinha diâmetro de 27,43 m e área de 590 m².Ela cruzava a 300 km/h, tinha alcance de 725 km, teto operacional estimado de 4 000 m (13 000 pés) e poderia transportar dois pilotos, dois comissários de bordo e entre 54 e 70 passageiros.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Operações Especiais do EB


A Brigada de Operações Especiais (Bda Op Esp) é uma grande unidade de elite do Exército Brasileiro, localizada no município de Goiânia, estado de Goiás.

É subordinada ao Comando Militar do Planalto e vinculada para fins de planejamento, preparo e emprego ao Comando de Operações Terrestres (COTer), situado em Brasília. Integra a Força de Ação Rápida Estratégica do Exército, o que a torna apta a participar de operações em todos os comandos militares de área.

A Brigada de Operações Especiais conta com unidades versáteis de apoio e de operações especiais, com efetivos de comandos, operações psicológicas e de forças especiais, com elevados níveis de treinamento, em condições de atuarem rapidamente em qualquer ponto do território nacional.


Destacamentos da Brigada de Operações Especiais possuem a capacidade de infiltrar-se no ambiente operacional por terra, mar ou ar, utilizando-se de meios convencionais ou não, como viaturas especiais, embarcações e salto de paraquedas de aeronaves com asas rotativas ou fixas.

 As unidades de operações especiais que integram a Brigada são o 1º Batalhão de Forças Especiais,
1º Batalhão de Ações de Comandos,
1º Batalhão de Operações Psicológicas e
3ª Companhia de Forças Especiais,
Que é voltada exclusivamente para o emprego na área do Comando Militar da Amazônia.

Possui ainda o Centro de Instrução de Operações Especiais, onde são formados os seus recursos humanos e também outras unidades de apoio logístico e administrativo, além de uma unidade de emprego singular no Brasil, o 1º Batalhão de Operações Psicológicas.

Comandos e Forças Especiais 

No Exército Brasileiro atualmente, as incursões contra alvos de valor estratégico, são doutrinariamente concebidas, planejadas e executadas pelo 1º Batalhão de Ações de Comandos, que é preparado para executá-las em qualquer ambiente operacional, como a selva, a montanha, a caatinga e o pantanal.

Forças Especiais

 É pequeno o número de países que possuem grupos de forças especiais preparados para operações de guerra irregular. Comumente, estas operações são caracterizadas pela organização, preparo e emprego de forças irregulares para a conquista de objetivos políticos e militares à longo prazo. Sabotagens, operações psicológicas (de forma limitada) e de inteligência, estruturação de redes de apoio para fuga e evasão, ações contraterrorismo e reconhecimentos especiais fazem parte também do rol de missões das forças especiais.

História 

Em 1953, em decorrência de um acidente aéreo ocorrido na região amazônica, a Diretoria de Rotas Aéreas do Ministério da Aeronáutica verificou a necessidade de contar com militares de prontidão aptos a serem empregados em missões de busca e salvamento face à inexistência de pessoal e meios para a execução de tais tarefas. Foi oficializado então o trabalho conjunto da diretoria com o Núcleo da Divisão Aeroterrestre, atual Brigada de Infantaria Pára-quedista, até então, principal unidade de elite das Forças Armadas Brasileiras, esta parceria visava a preparação de militares pára-quedistas do Exército Brasileiro para a execução de operações de salvamento, o que foi colocado em prática nos anos seguintes, de 1954 a 1956.

 Em 1956, foi nomeada uma comissão com o objetivo de normatizar o planejamento e a execução daquelas missões, que acabou originando o Curso de Busca e Salvamento, posteriormente transformado no Curso de Operações Especiais (atual Curso de Forças Especiais do Exército), sob aprovação do General Djalma Dias Ribeiro, comandante do Núcleo da Divisão Aeroterrestre. Ainda sob o seu comando, foi iniciada a atividade pára-quedista de salto livre como técnica operacional a ser desenvolvida para o cumprimento de missões especiais.

Em 2 de dezembro de 1957 foi iniciado o primeiro Curso de Operações Especiais, dividido em período de formação e período de aplicação, tendo como instrutor-chefe o major pára-quedista Gilberto Antonio Azevedo Silva. As instruções foram voltadas para a capacitação de equipes ao desempenho de missões como a conquista de pontos-chave, socorro em situações de catástrofe, busca de informes, destruições e busca e salvamento.

No início das atividades, a equipe do curso foi auxiliada por diversos especialistas do meio militar, além de civis de destaque em suas áreas de atuação, como o lutador de jiu-jítsu brasileiro Hélio Gracie. Como não havia uma organização militar exclusiva de operações especiais para receber os 16 concludentes do curso, que foi encerrado em março de 1958, eles acabaram sendo distribuídos pelas unidades existentes, ficando em condições de serem mobilizados a qualquer momento.

 Por sua vez, os instrutores permaneceram vinculados ao Centro de Instrução Especializada Aeroterrestre (atual Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil), organizando e conduzindo os cursos, bem como auxiliando as atividades do recém criado Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR) da Força Aérea Brasileira.

Em 1961, um grupo composto de oficiais e sargentos pára-quedistas do Exército Brasileiro e possuidores do Curso de Operações Especiais, obteve conhecimentos atualizados sobre o emprego do Ranger e das forças especiais estadunidenses, nos Estados Unidos, com o objetivo de adaptá-los para o Exército Brasileiro.

 Posteriormente, o curso tem a sua designação mudada para Curso de Forças Especiais e surge no seu currículo o Estágio de Comandos, organizado a partir do Ranger Course, conduzido em Fort Benning, na Geórgia. Devido a criação desse estágio, foi permitido o ingresso no curso, dos militares que não eram pára-quedistas.

 Em 1966, o curso é desmembrado no Curso de Comandos e no de Forças Especiais, ambos desenvolvidos no Centro de Instrução Especializada Aeroterrestre (CIEspAet). Nessa época, o coronel Jofre, chefe dos cursos de especialização, é transferido para a Academia Militar das Agulhas Negras como professor, e participa da criação do Departamento de Instrução Especializada naquele estabelecimento de ensino, que tem como principal objetivo ministrar instruções de combate aos cadetes. Em 1968, esse departamento é convertido na Seção de Instrução Especial.

Em 1968, é criado o Destacamento de Forças Especiais, subordinado a Brigada Paraquedista e que possuia também um grupamento de ações de comandos. Naquele momento, o destacamento já possuía uma doutrina própria de comandos e forças especiais, uma evolução que mesclava conhecimentos de cursos como os de Guerra na Selva e de paraquedista militar do Exército Brasileiro e dos cursos de Rangers e Special Forces do Exército dos Estados Unidos.

Posteriormente foi elevado a nível de subunidade, com a denominação de Companhia de Forças Especiais, com um Destacamento de Forças Especiais e outro Destacamento de Ações de Comandos, Essa Companhia evoluiu, e em 1983 tornou-se batalhão com a denominação de Batalhão de Forças Especiais, constituído de uma companhia de comando, uma companhia de forças especiais e uma companhia de ações de comandos, mantendo-se subordinado à Brigada Pára-quedista.

Em 2003, face à evolução da conjuntura política internacional e ao emprego cada vez mais recorrente de tropas de operações especiais em todo o mundo, a Brigada de Operações Especiais foi criada na cidade de Goiânia, única organização militar deste porte na América Latina, e integrada, dentre outras unidades, pelo já tradicional 1º Batalhão de Forças Especiais e pelos recém criados 1º Batalhão de Ações de Comandos, Destacamento de Operações Psicológicas (hoje 1º Batalhão de Operações Psicológicas) e Centro de Instrução de Operações Especiais.

Batismo de Fogo 

O batismo de fogo da unidade ocorreu na década de 1970 durante as operações contra a Força de Guerrilha do Araguaia (FOGUERA), na chamada Guerrilha do Araguaia, quando o até então Destacamento de Forças Especiais, com seus efetivos de comandos e forças especiais, foi a única unidade que lutou praticamente ininterruptamente durante toda a campanha, seja em ações de combate, ou de espionagem, sem o engajamento dos comandos e dos forças especiais do Exército, a derrota da FOGUERA teria sido mais difícil, já que tais militares são os especialistas em contra-guerrilha do Exército Brasileiro.

Em 1991, guerrilheiros da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, adentraram o território brasileiro e atacaram um pequeno contigente de fronteira do Exército Brasileiro, a resposta foi imediata, e o até então Batalhão de Forças Especiais realizou em conjunto com outras unidades, uma operação de retaliação, a Operação Traíra, e o resultado foi o de 12 guerrilheiros mortos, inúmeros capturados, maior parte do armamento e equipamento recuperados, e desde então, nunca mais se soube de invasões das FARC em território brasileiro, e muito menos de ataques a militares brasileiros.

 Recentemente sob a égide das Nações Unidas, a Brigada de Operações Especiais teve papel decisivo no combate a grupos paramilitares que assolavam o território haitiano e causavam grande instabilidade política no país, sendo o 1º Batalhão de Forças Especiais, 1º Batalhão de Ações de Comandos e o 1º Batalhão de Operações Psicológicas as únicas unidades do Exército que enviam militares em todos os contingentes para a MINUSTAH desde o início da missão, e as operações especiais executadas por estas unidades foram fundamentais para a pacificação de Porto Príncipe.

Organizações Militares subordinadas 

 Comando da Brigada de Operações Especiais 

Responsável pelo planejamento, coordenação e controle das operações especiais no âmbito da Força Terrestre e pelo desenvolvimento da doutrina relativa.

1º Batalhão de Forças Especiais 

Unidade responsável por planejar e executar operações de guerra irregular, reconhecimento especial e contraterrorismo. É apta a atuar em qualquer ambiente operacional.

1º Batalhão de Ações de Comandos 

Unidade responsável por planejar e executar ações de comandos (também conhecidas como ações diretas) contra alvos militares de valor estratégico em uma situação de conflito armado. É apta também a cumprir missões de reconhecimento especial e contraterrorismo. É apta a atuar em qualquer ambiente operacional.

 1º Batalhão de Operações Psicológicas 

Unidade responsável por realizar operações psicológicas em proveito das operações militares de nível tático. É a tropa operacional que possui o maior número de missões reais, desde a criação da Brigada de Operações Especiais. Atua em todo o Território Nacional e, se necessário, no exterior.

O emprego de Operações Psicológicas nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, tem possiblitado a redução da violência em todo o Rio de Janeiro. A área pacificada pelo Exército deixou de ser uma das regiões mais perigosas do mundo, incluindo-se os locais onde estão ocorrendo guerras e conflitos entre povos e nações. Por tudo isso, as Operações Psicológicas são uma importante arma não-letal.

Possui em seu efetivo militares altamente especializados com cursos técnicos voltados para a utilização de ferramentas de edição e produção gráfica, web-design, fotografia, edição de áudio, edicão de vídeo, radiofusão, além de outros métodos específicos voltados para a interação com o público-alvo. Também tem militares especializados em psicologia, além de cursos de Operações Psicológicas realizados no exterior.

Centro de Instrução de Operações Especiais

 Unidade de ensino responsável por ministrar os diversos cursos e estágios para a capacitação dos recursos humanos da brigada.

3ª Companhia de Forças Especiais 

Unidade responsável por operações de guerra irregular, reconhecimento especial e contraterrorismo. Atua na área do Comando Militar da Amazônia.

Destacamento de Apoio às Operações Especiais 

Unidade responsável pelo apoio logístico especializado, como prover e a manutenir materiais de atividades aquáticas e aeroterretres. Tem, ainda, a missão de instalar, operar e manter o sistema de Comando e Controle da brigada em operações.

1º Pelotão de Defesa Química, Biológica e Nuclear

Responsável por realizar a descontaminação e a defesa, em situações que envolvam agentes químicos, biológicos ou nucleares.

6º Pelotão de Polícia do Exército

Responsável por cumprir as tarefas convencionais inerentes à Polícia do Exército, indispensáveis para o funcionamento da Brigada em tempos de paz, como por exemplo garantir a segurança dos aquartelamentos da Brigada quando esta estiver em operação.

 Base Administrativa 

Unidade responsável por gerenciar e executar processos administrativos da Bda Op Esp.

Cursos e Estágios 

 Curso de Ações de Comandos

 Com duração de 16 semanas e considerado o curso mais exigente do Exército Brasileiro, capacita oficiais, subtenentes e sargentos de carreira a comandar um Destacamento de Ações de Comandos (DAC), fração básica de emprego do 1º Batalhão de Ações de Comandos. O currículo do curso inclui disciplinas como organização e emprego dos comandos; armamento, munição e tiro; topografia; comunicações; explosivos e destruições; combate em áreas edificadas; natação utilitária; combate corporal e especialização em ações nos ambientes operacionais de selva, montanha, caatinga e pantanal.

Para a capacitação dos cabos e soldados do 1º Batalhão de Ações de Comandos, existe um curso específico de comandos que explora ao máximo o caráter prático das instruções, sem exigir no entanto aspectos ligados ao planejamento operacional.

 Curso de Forças Especiais 

Com 25 semanas de duração, é ministrado apenas à oficiais, subtenentes e sargentos de carreira do Exército Brasileiro concludentes do Curso de Ações de Comandos e do Curso de Pára-quedista militar. O curso habilita militares a integrarem um Destacamento Operacional de Forças Especiais, fração de emprego do 1º Batalhão de Forças Especiais e consequentemente a realizarem operações de reconhecimento especial, contraterrorismo, resgates, subversão, evasão, sabotagens, contra-guerrilha e de guerrilha contra forças regulares.

Curso de Operações Psicológicas

 É realizado no Centro de Instrução de Operações Especiais, na cidade do Rio de janeiro, e possui duração de 16 semanas. Psicologia, antropologia, propaganda, marketing e gerenciamento de crises são alguns dos ass no a motivação das nossas tropas. Assim, é possível preservar vidas e economizar os meios empregados nas operações militares.

Estágios de mergulho

Estágio de Mergulho Básico Neste estágio, os militares comandos ou forças especiais, aprendem as técnicas básicas de mergulho e são habilitados a executarem missões simples de resgates e buscas de pessoal e material, além de servir de pré-requisito para o Estágio de Mergulhador de Combate.

Estágio de Mergulhador de Combate 

Neste estágio, os militares são habilitados a realizarem operações de sabotagens, de destruição e de reconhecimento com o emprego do equipamento de mergulho de circuito fechado de oxigênio.

Equipamento 

Nome  X Tipo

Glock 19 Pistola
Heckler & Koch USP Pistola
Heckler & Koch MP5 Submetralhadora
Heckler & Koch G36C Fuzil de assalto
Colt M4 Fuzil de assalto
Franchi SPAS-15 Espingarda
FN Minimi Metralhadora
Barrett Rifle de precisão
 Heckler & Koch PSG1 Rifle de precisão
ParaFAL Fuzil de assalto
M24 Sniper Weapon System Rifle de precisão
SIG-Sauer SSG 3000 Rifle de precisão
PGM Ultima Ratio Rifle de Precisão
Carl Gustav M2 Canhão sem recuo portátil anti-carro
AT-4 Suécia Lança-granada-foguete

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Raio X na Agência Espacial Brasileira

A Agência Espacial Brasileira (AEB) é uma autarquia do governo brasileiro de natureza civil, que está vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Criada em 10 de fevereiro de 1994, pela lei nº 8.854 , tem por finalidade promover o desenvolvimento das atividades espaciais brasileiras de forma descentralizada.

 Para nortear estas ações e definir diretrizes, a AEB atua na coordenação central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE) e tem a responsabilidade de formular a Política Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE) e de formular e implementar o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), cujas atividades são executadas por outras instituições governamentais que compõem o sistema.

Atualmente a AEB está sob controle civil, anteriormente estava sob controle militar. Alguns atribuem a pressões dos Estados Unidos por esta mudança. Outros acreditam que foi decorrente da mudança de foco do programa espacial, decorrente da chegada de civis à Presidência da República

História

O então presidente Jânio Quadros em 1960 estabeleceu uma comissão que elaborou um programa nacional para a exploração espacial. Em decorrência deste trabalho, em agosto de 1961 formou-se o Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE), funcionando em São José dos Campos, no estado de São Paulo. Seus pesquisadores participavam de projetos internacionais nas áreas de astronomia, geodésia, geomagnetismo e meteorologia.

O GOCNAE foi em abril de 1971 substituído pelo Instituto de Pesquisas Espaciais, atualmente denominado Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Desde a criação do então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), o atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), da Força Aérea Brasileira, em 1946, o País vem acompanhando os progressos internacionais no setor aeroespacial.

Com a criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), passou-se a dispor de uma instituição plenamente capacitada à formação de recursos humanos altamente qualificados em áreas de tecnologia de ponta. O DCTA, por meio do ITA e do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), desempenham uma função essencial na consolidação do programa espacial brasileiro.

No início da década de 1970, foi criada a Comissão Brasileira de Atividades Espaciais (COBAE) - órgão vinculado ao então Estado-Maior General das Forças Armadas (EMFA) - com o objetivo de coordenar e acompanhar a execução do programa espacial. Tal papel coordenador, em fevereiro de 1994, foi transferido à Agência Espacial Brasileira. A criação da AEB representa uma mudança na orientação governamental, ao instituir um órgão de coordenação central do programa espacial, subordinado diretamente à Presidência da República.

Em 2011 o ministro da defesa da Argentina, Arturo Puricelli, fez uma proposta ao ministro brasileiro, Celso Amorim, para a criação de uma agência espacial sul-americana unificada até o ano de 2025, nos moldes da Agência Espacial Europeia

terça-feira, 4 de junho de 2013

Raio X na Força Aérea Brasileira

A Força Aérea Brasileira (FAB) é o "braço-armado" da Aeronáutica brasileira.



É uma das três Forças Armadas do Brasil. É a maior força aérea da América Latina em contingente, número de aviões e poder de fogo.

 História 

 A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a idéia de unir o poder aéreo brasileiro sob a mesma organização.

Juntamente com esses eventos, o primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,5 quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado Uma necessidade premente: o Ministério do Ar.

Dois anos mais tarde, a Missão Militar Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação militar unificada.
Além disso, a Revolução Espanhola e os primeiros movimentos da Segunda Guerra Mundial no final dos anos 1930 mostraram a importância do poder aéreo para as estratégias militares.

Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano.

Esta nova agência governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo regulação, infra-estrutura e organização.6 Formalmente, o Ministério da Aeronáutica foi fundado em 20 de janeiro de 1941 e o seu ramo militar foi chamado "Forças Aéreas Nacionais", alterado para "Força Aérea Brasileira" (FAB) em 22 maio daquele ano.

Os ramos aéreos do Exército ("Aviação Militar") e da Marinha ("Aviação Naval") foram extintos e todo o pessoal, aeronaves, instalações e outros equipamentos relacionados foram transferidos para a FAB.6 Segunda Guerra Mundial,

 A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo, porém de forma modesta, durante a Segunda Guerra Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana. Foram enviadas para a Itália duas unidades aéreas da FAB, o 1º Grupo de Aviação de Caça, o Senta a Pua!, e a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO).

A Força Aérea Brasileira fez modestas contribuições ao esforço de guerra dos Aliados na 2 ª Guerra Mundial, especialmente na frente italiana. A FAB estava principalmente equipada com aviões americanos tais como o Thunderbolt P-47.7 7 8 9 O submarino alemão U-199 foi afundado 31 de julho de 1943 no Atlântico Sul a leste do Rio de Janeiro, por bombas um avião Mariner americano (VP-74) e dois aviões brasileiros (Catalina e Hudson) da Força Aérea Brasileira.

Houve 49 sobreviventes e 12 mortos. Em 9 de novembro de 2003, foi inaugurado em Pianoro, Itália, mais precisamente no distrito de Livergnano, uma placa em homenagem ao 2º Tenente-Aviador John Richardson Cordeiro e Silva, primeiro piloto da FAB abatido em combate, e a todos os demais integrantes da Força Aérea que estiveram lutando na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A placa foi agregada ao monumento já existente em homenagem aos que morreram combatendo os fasci-nazistas na guerra.

A localidade de Livergnano foi escolhida por ter sido o local onde a aeronave de caça do Ten Cordeiro, um P-47 Thunderbolt, foi abatida em 6 de novembro de 1944, pela temida Flak, bateria antiaérea alemã, no regresso de uma missão de combate no norte da Itália. Pós-Segunda Guerra e Guerra Fria..

 Após a Grande Guerra, a FAB começou a voar com o caça a jato britânico Gloster Meteor. Os jatos foram comprados dos britânicos por 15.000 toneladas de algodão bruto, como o Brasil não tinha reservas em moeda estrangeira de sobra. O jato foi operado pela FAB até meados dos anos 1960, quando foi substituído pelo F-80C e TF-33A, que mais tarde foram substituídos pelos jatos MB-326, Mirage III e Northrop F-5.

Durante a Guerra Fria, a República brasileira estava alinhada com os Estados Unidos e a OTAN. Isto significava que os F-5 podiam ser comprados mais baratos dos Estados Unidos, que chamavam este jato o "Freedom Fighter". Muitos outros países, como México, também se beneficiaram desta política.

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica, Aeronáutica brasileira Co.) tem suas origens como uma empresa directamente gerida e promovida pela FAB. Trabalhando com empresas italianas, desenvolveu o avião de ataque AMX nova (conhecida localmente como A-1) que constitui a espinha dorsal da força de ataque da FAB. O bem-sucedido Tucano T-27 e o avião de ataque nova luz "A-29", também são amplamente utilizados pelas aeronaves da Embraer pela FAB.

 No ano de 1982 foi permitido a mulheres ingressarem na Aeronáutica



Organização e estrutura

Efetivo 

 A Força Aérea Brasileira conta com o efetivo de aproximadamente 80.000 pessoas, sendo militares e civis
divididos em seus comandos por todo o pais.

 O Comando militar da força é exercido pelo Comando da Aeronáutica - COMAER, ao qual estão subordinados três Comandos-Gerais, três departamentos e diversos outros órgãos relacionadas com o funcionamento e administração da aviação brasileira, tanto civil como militar, e da pesquisa e desenvolvimento aeroespacial.

 Os três Comandos Gerais são:
Comando-Geral de Operações Aéreas
Comando-Geral de Apoio
Comando-Geral de Pessoal

 Os três Departamentos são:
Departamento de Controle do Espaço Aéreo
Departamento de Ensino da Aeronáutica
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial

Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR)

É ao Comando de Operações Aéreas (COMGAR) que estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins. Ou seja, o COMGAR é o braço armado da Força Aérea Brasileira.

Na estrutura do COMGAR, as unidades aéreas são agrupadas em quatro forças aéreas, a saber:
1ª Força Aérea ou I FAe, com sede na cidade de Natal. Engloba as unidades de preparação avançada de pilotos da FAB.
2ª Força Aérea ou II FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. Engloba as unidades de asas rotativas (helicópteros) e as unidades de busca e salvamento, patrulha marítima e de apoio a Marinha em geral.
3ª Força Aérea ou III FAe, com sede na cidade de Brasília, DF. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas de aplicação estratégica e tática, bem como as de defesa aérea.
5ª Força Aérea ou V FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. É responsável pelas unidades de transporte, reabastecimento em vôo (REVO), lançamento de para-quedistas e apoio a unidades do Exército.

As unidades aéreas são as organizações militares que reúnem os meios operacionais da força. Cada unidade possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que assegurem o seu funcionamento.
As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas através de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de sete) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR). São eles:
I COMAR, com sede em Belém e jurisdição sobre os estados do Pará, Amapá e Maranhão.
II COMAR, com sede em Recife e jurisdição sobre os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
III COMAR, com sede no Rio de Janeiro e jurisdição sobre os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
IV COMAR, com sede em São Paulo e jurisdição sobre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
V COMAR, com sede em Canoas e jurisdição sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
VI COMAR, com sede em Brasília e jurisdição sobre o Distrito Federal e os estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins.
VII COMAR, com sede em Manaus e jurisdição sobre os estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia.



Investimentos

 Em 18 de dezembro de 2008, o Presidente da República assinou o Decreto nº 6.703, aprovando a Estratégia Nacional de Defesa. O texto busca reafirmar a necessidade de se modernizar as Forças Armadas.

O governo brasileiro lançou um pacote de medidas que, em cinco anos, garantiria investimentos no setor equivalentes a 2,5% do PIB brasileiro, um aumento de 75%.  O projeto de orçamento prevê R$ 50,2 bilhões para a Defesa. Destes, R$ 10,9 bilhões para investimentos no Exército, Marinha e Aeronáutica, destinados ao reaparelhamento.

 O governo brasileiro, através do Centro Técnico Aeroespacial e da Agência Espacial Brasileira está investindo alto em um projeto que beneficiará as três forças armadas brasileiras, os satélites geo-estacionários brasileiros, apenas com o projeto, já foram gastos R$ 10 milhões, além de beneficiar diversas áreas civis, o projeto beneficiaria as forças armadas, que passariam a ter mais tecnologia para comunicações seguras e para monitorar o vasto território brasileiro, e este seria um embrião, para futuramente abandonar o sistema GPS estadunidense e criar um próprio sistema de tecnologia nacional. O Brasil é um dos 15 países que mantêm programas espaciais no mundo e o único na América Latina com um programa nesses moldes.

 O ministro da defesa Nelson Jobim, coordena uma licitação internacional de R$ 8 bilhões, para aquisição de aeronaves caça de ultima geração,16 esta não é uma simples licitação para compra de aeronaves, o governo brasileiro pretende também adquirir a tecnologia necessária para fabricar seus próprios caças,17 18 com isto, em caso de conflito, o Brasil não dependerá de importações de aeronaves caça para se defender, terá a tecnologia para fabricá-los no país.

 Já estão em operação na amazônia brasileira, os helicópteros de ataque e missões C-SAR, Mil Mi-35M, designados pela Força Aérea Brasileira como AH-2 Sabre, são helicópteros adquiridos da empresa russa Rossoboronexport, em contrato firmado em 2008.



 Já está concretizado pelo Ministério da Defesa, o negócio com as empresas Eurocopter da França e a brasileira Helibrás, por 1,890 bilhão de euros, para a compra e fabricação no Brasil, com transferência de tecnologia, de 50 helicópteros Super Cougar, que estão entre os helicópteros militares de transporte de tropas mais modernos do mundo, também foram adquiridos quinze helicópteros UH-60L Black Hawk  foram encomendados pelo Ministério da Defesa por US$ 525 milhões as empresas estadunidenses Sikorsky Aircraft Corporation e General Eletric Engines.

 Cem aviões leves de ataque A - 29 Super Tucano já foram entregues, foram adquiridos da empresa brasileira Embraer, esta aeronave é um sucesso de vendas da empresa, e inclusive foi utilizada no ataque da Força Aérea Colombiana a um acampamento do grupo narco-guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, onde Raúl Reyes, o número 2 na hierarquia do grupo, veio a óbito.

 O governo brasileiro, através da Força Aérea Brasileira, está participando em sociedade com as empresas Mectron do Brasil, a sul-africana Denel Aerospace Systems e a Força Aérea Sul-Africana no desenvolvimento e construção do míssil ar-ar A-Darter, projeto estimado em US$ 130 milhões, este míssil equipará os sessenta e oito caças F-5 da Força Aérea Brasileira, e as futuras aeronaves de 5º geração que serão adquiridas em processo licitatório que está em andamento. Além disto, a empresa Mectron desenvolveu para a FAB, outros mísseis, como o MAA-1B Piranha23 e o míssil anti-radiação MAR-1, que foi concebido para atacar radares de sistemas de defesa antiaérea, terrestres e marítimos.



 Também está em desenvolvimento pela Embraer, com apoio do governo brasileiro, uma nova aeronave para transporte de tropas, cargas e lançamento de pára-quedistas, a ser utilizada pela FAB, o Embraer KC-390,25 o congresso brasileiro aprovou R$ 800 milhões para a Embraer concluir o projeto, já é considerada pela imprensa especializada como a aeronave mais moderna da categoria, tal aeronave já despertou interesse internacional, e vários países já demonstraram interesse em adquiri-la e até participar no seu desenvolvimento, como a França e a Colômbia.

 A Força Aérea adotou o uso dos veículos aéreos não tripulados, conhecidos pela sigla VANT, que são controlados remotamente por militares. E está em fase de testes o VANT Hermes-450 da empresa israelense Elbit, na Base Aérea de Santa Maria.

Outras compras e programas já realizados:

Programa F-5BR - modernização dos caças F-5 E/F, concluído.
Programa CL-X - compra de 12 aeronaves Casa C-295, todos entregues, com possibilidade de adquirir mais 8 unidades.
Programa P-X - compra e modernização, ainda em processo, de aeronaves P-3 para patrulha marítima. . Compra de um novo avião presidencial, o Airbus, já entregue.
Compra de 2 aviões de transporte VIP, já entregues. A aeronave escolhida foi Embraer 190.
Programa AMX-M - O programa iniciado em 2004 e 'liderado' pela Embraer mostrou atividade ao contratar, em novembro de 2008, a Elbit para o desenvolvimento dos aviônicos para modernizar as aeronaves AMX, Deve ser finalizado até 2014.



Controle do Espaço Aéreo

O espaço aéreo é controlado pelo Departamento de Controle do Espaço aéreo (DECEA), através do SISCEAB (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro), que abrange toda a Circulação Aérea Nacional (CAN).

O DECEA exerce sua função por intermédio da atuação de quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA), um Serviço Regional de Proteção ao Voo (SPRV), cinco Centros de Controle de Área (ACC), quarenta e sete Centros de Controle de Aproximação (APP), cinquenta e nove Torres de Controle de Aeródromo (TWR), e ainda setenta e nove Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA).

Unidades

Unidades Operacionais

I FAe
1º/5º GAv Esquadrão Rumba C-95A Base Aérea de Fortaleza
2º/5º GAv Esquadrão Joker A-29B Base Aérea de Natal
1º/11º GAv Esquadrão Gavião H-50 Base Aérea de Natal
GITE Grupo de Instrução Tática Especializada Base Aérea de Natal

II FAe
1º/7º GAv Esquadrão Orungan P-3AM Base Aérea de Salvador
2º/7º GAv Esquadrão Phoenix P-95B Base Aérea de Florianópolis
3º/7º GAv Esquadrão Netuno P-95A, P-95B Base Aérea de Belém
1º/8º GAv Esquadrão Falcão H-1H,H-36 Base Aérea de Belém
2º/8º GAv Esquadrão Poti AH-2 Base Aérea de Porto Velho
3º/8º GAv Esquadrão Puma H-34 Base Aérea dos Afonsos
5º/8º GAv Esquadrão Pantera H-60 Base Aérea de Santa Maria
7º/8º GAv Esquadrão Harpia H-60 Base Aérea de Manaus
2º/10º GAv Esquadrão Pelicano H-1H,SC-105 Base Aérea de Campo Grande
EAS Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento Base Aérea de Campo Grande

III FAe
1º/1º GAvCa Esquadrão Jambock F-5EM,F-5FM Base Aérea de Santa Cruz
2º/1º GAvCa Esquadrão Pif-Paf F-5EM Base Aérea de Santa Cruz
1º GDA Esquadrão Jaguar F-2000C, F-2000B Base Aérea de Anápolis
1º/3º GAv Esquadrão Escorpião A-29A,A-29B Base Aérea de Boa Vista
2º/3º GAv Esquadrão Grifo A-29A,A-29B Base Aérea de Porto Velho
3º/3º GAv Esquadrão Flecha A-29A,A-29B Base Aérea de Campo Grande
1º/4º GAv Esquadrão Pacau F-5EM Base Aérea de Manaus
1º/6º GAv Esquadrão Carcará R-35A,R-35AM Base Aérea de Recife
2º/6º GAv Esquadrão Guardião R-99,E-99 Base Aérea de Anápolis
1º/10º GAv Esquadrão Poker RA-1A Base Aérea de Santa Maria
3º/10º GAv Esquadrão Centauro A-1A,A-1B Base Aérea de Santa Maria
1º/14º GAv Esquadrão Pampa F-5EM,F-5FM Base Aérea de Canoas
1º/12º GAv Esquadrão Horus RQ-450 Base Aérea de Santa Maria
1º/16º GAv Esquadrão Adelphi A-1A,A-1B Base Aérea de Santa Cruz

V FAe
1º/1º GTT Esquadrão Coral C-130M Base Aérea dos Afonsos
2º/1º GTT Esquadrão Cascável C-130M/SC-130M Base Aérea dos Afonsos
1º/1º GT Esquadrão Gordo C-130M/KC-130M Base Aérea do Galeão
1º/2º GT Esquadrão Condor C-99A Base Aérea do Galeão
2º/2º GT Esquadrão Corsário KC-137 Base Aérea do Galeão
1º/9º GAv Esquadrão Arara C-105A Base Aérea de Manaus
1º/15º GAv Esquadrão Onça C-105A Base Aérea de Campo Grande

I COMAR
º ETA Esquadrão Tracajá C-95B,C-98,C-97 Base Aérea de Belém
BINFAE-BE Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Belém Base Aérea de Belém

II COMAR
2º ETA Esquadrão Pastor C-95A,C-97,C-98 Base Aérea de Recife
BINFAE-RF Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife Base Aérea de Recife

III COMAR
3º ETA Esquadrão Pioneiro C-95M,C-95B,C-97 Base Aérea do Galeão
BINFAE-AF Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial dos Afonsos Base Aérea dos Afonsos BINFAE-GL Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Galeão Base Aérea do Galeão
BINFAE-RJ Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Rio de Janeiro

IV COMAR
4º ETA Esquadrão Carajá C-95A,C-97 Base Aérea de São Paulo

V COMAR
5º ETA Esquadrão Pégaso C-95M,C-95A,C-97,C-98 Base Aérea de Canoas
BINFAE-CO Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Canoas Base Aérea de Canoas

VI COMAR
6º ETA Esquadrão Guará C-95C,VC-97,C-98,VU-35,VU-55 Base Aérea de Brasília
BINFAE-BR Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Brasília Base Aérea de Brasília

VII COMAR
7º ETA Esquadrão Cobra C-97,C-98A/B Base Aérea de Manaus
BINFAE-MN Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Manaus Base Aérea de Manaus

DECEA
GEIV Grupo Especial de Inspeção em Voo EC-95B/C,EU-93A
1º/1º GCC 1º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Santa Cruz
2º/1º GCC 2º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Canoas
3º/1º GCC 3º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Natal
4º/1º GCC 4º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Santa Maria
5º/1º GCC 5º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Fortaleza

DCTA
GEEV
Grupo Especial de Ensaios em Vôo A-1, XU-93, T-27, H-55 São José dos Campos
CLA Centro de Lançamento de Alcântara C-98,H-50
Centro de Lançamento de Alcântara

DEPENS
1º EIA Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Cometa T-27 Academia da Força Aérea
2º EIA Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Apolo T-25 Academia da Força Aérea Clube de Vôo à Vela U-19, TZ-23, Z-15, Z-16, Z-20
Academia da Força Aérea GABAer
GTE Grupo de Transporte Especial VC-1,VC-2,VC-99(A,B e C),H-34, H-35 Base Aérea de Brasília EDA Esquadrão de Demonstração Aérea(Esquadrilha da Fumaça) T-27
Academia da Força Aérea
CELOG/CECAN CAN
Correio Aéreo Nacional Base Aérea de Galeão


Destacamentos

CINDACTA I 

DTCEA – AN- Anápolis (GO)
DTCEA - BQ- Barbacena (MG)
DTCEA – BR – Brasília (DF)
DTCEA – BW- Barra do Garças (MT)
DTCEA – CC – Guarantã do Norte (MT)
DTCEA – CF – Confins (MG) DTCEA – CY – Várzea grande (MT)
DTCEA - GA – Gama (DF)
DTCEA – GI – Chapada dos Guimarães (MT)
DTCEA – LS – Lagoa Santa (MG) DTCEA – PCO – Petrópolis (RJ)
DTCEA – PIE – Caeté (MG) DTCEA – SRO – São Roque (SP)
DTCEA – STA – Santa Teresa (ES)
DTCEA – TNB – Tanabi (SP)
DTCEA – TRM – Três Marias (MG)
DTCEA – YS – Pirassununga (SP) DTS – Brasília (DF)

CINDACTA II 

DTCEA-BI Bacacheri (PR)
DTCEA-CO Canoas (RS)
DTCEA-FI Foz do Iguaçu (PR)
DTCEA-CT Curitiba (PR)
DTCEA-FL Florianópolis (SC)
DTCEA-PA Porto Alegre (RS)
DTCEA-SM Santa Maria (RS)
DTCEA-UG Uruguaiana (RS)
DTCEA-JGI Jaraguari (MS)
DTCEA-MDI Urubici (SC)
DTCEA-CGU Canguçu (RS)
DTCEA-STI Santiago (RS)
DTCEA-CDT Catanduvas (PR)
 DTCEA-CG Campo Grande (MS)
DTCEA-CR Corumbá (MS)

CINDACTA III

DTCEA-AR - Aracaju (SE)
DTCEA-FN - Fernando de Noronha (PE)
DTCEA-FZ - Fortaleza (CE)
DTCEA-LP - Bom Jesus da Lapa (BA)
DTCEA-MO - Maceió (AL)
DTCEA-NT - Natal (RN)
DTCEA-PE - Petrolina (PE)
DTCEA-PS - Porto Seguro (BA)
DTCEA-RF - Recife (PE)
DTCEA-SV - Salvador (BA) SRPV-SP
DTCEA-SP - São Paulo(SP)
DTCEA-MT - Marte(SP)
DTCEA-ST - Santos(SP)
DTCEA-SJ - São José dos Campos (SP)
DTCEA-GW - Guaratinguetá (SP)
DTCEA-SC - Santa Cruz (RJ)
DTCEA-GL - Galeão(RJ)
DTCEA-AF - Afonsos(RJ)
DTCEATM-RJ - Telemática(RJ)

CINDACTA IV

DTCEA-EG - Eduardo Gomes - Manaus (AM)
DTCEA-MN - Manaus (AM)
DTCEA-SL - São Luís (MA)
DTCEA-SN - Santarém (PA)
DTCEA-PV - Porto Velho (RO)
DTCEA-CZ - Cruzeiro do Sul (AC)
DTCEA-TF - Tefé (AM)
TCEA-IZ - Imperatriz (MA)
DTCEA-RB - Rio Branco (AC)
DTCEA-TT - Tabatinga (AM)
DTCEA-MQ - Macapá (AP)
DTCEA-AA - Conceição do Araguaia (PA)
DTCEA-BV - Boa Vista (RR)
DTCEA-VH - Vilhena (RO)
DTCEA-GM - Guajará-Mirim (RO)
DTCEA-SI - Sinop (MT)
DTCEA-FA - São Félix do Araguaia (MT)
DTCEA-UA - São Gabriel da Cachoeira (AM)
DTCEA-FX - São Félix do Xingu (PA)
DTCEA-OI - Oiapoque (AP)
DTCEA-EI - Eirunepé (AM)
DTCEA-MY - Manicoré (AM)
DTCEA-EP - Porto Espiridião (MT)
DTCEA-CC - Cachimbo (PA)
DTCEA-EK - Jacareacanga (PA)
DTCEA-BE – Belém (PA)
DTCEA-TS – Tiriós (PA)



Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento

 O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), mais conhecido como PARA-SAR ('PARA' de paraquedistas, 'SAR' do inglês search and rescue, "busca e salvamento"), é o Esquadrão de emprego operacional FAB, que realiza missões de operações especiais e de busca e resgate, com um efetivo especialista em missões, evasão e resgate em território hostil, próximo ou atrás das linhas inimigas e C-SAR,28 está baseado na Base Aérea de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.



Infantaria da Aeronáutica 

A Infantaria da Aeronáutica, baseada na sua maioria pelos batalhões de infantaria da Aeronáutica, segundo seu regulamento, "tem como missão executar ações convencionais defensivas, ofensivas, e de proteção, a fim de contribuir para o cumprimento da missão constitucional da FAB, preservando equipamentos, instalações e pessoal de interesse da Força Aérea Brasileira".



Ensino e Pesquisa na FAB

 A Força Aérea Brasileira mantem as seguintes instituições de ensino:

 Biblioteca do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, São Paulo.

Academia da Força Aérea (AFA) -
Sediada na cidade Pirassununga, Estado de São Paulo, é a Instituição de Ensino Superior que forma Oficiais de Carreira e dos quadros de: Aviação, Intendência e de Infantaria da FAB;

Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) -
Escola de preparação de Sargentos especialistas da Aeronáutica. Com sede na cidade de Guaratinguetá, Estado de São Paulo. Forma especialistas em várias áreas, como Equipamentos de Voo, Controle de Tráfego Aéreo, Mecânica de Aeronaves, Eletrônica, Música, Enfermagem, Infantaria, Suprimento, dentre outras. Ao final do curso, que tem duração de dois anos, o aluno é promovido a Terceiro Sargento da Aeronáutica Brasileira.



Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) -
Instituição de Ensino Superior, sediado na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, que forma Engenheiros militares e civis em diversas especialidades;

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) - Escola de ensino médio, sediada em Barbacena, Minas Gerais, pronta para formar os futuros cadetes aviadores da AFA;

Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) -
Instituição especializada na formação de oficiais para a Força Aérea Brasileira, sediada em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. Prepara civis formados em diversas áreas de conhecimento, como pedagogia, direito, medicina, odontologia, farmacologia e engenharia para integrar a FAB. Ministra ainda o curso de Oficiais Especialistas da Aeronáutica e o Estágio de Adaptação ao Oficialato, que preparam graduados da FAB para o oficialato.

Instituto de Logística da Aeronáutica (ILA) -
É uma unidade de ensino e pesquisa na área de logística militar da Força Aérea Brasileira (FAB), localizada na Base Aérea de São Paulo, na cidade de Guarulhos, estado de São Paulo. Sua principal função é propiciar o desenvolvimento das capacidades técnicas e gerenciais dos recursos humanos do Comando da Aeronáutica, com vistas ao aprimoramento dos sistemas logísticos da FAB.



Equipamentos (Quantidades Estimadas )

616 Aeronaves Asa Fixa 

Caças p/ Defesa aérea e interceptação
12 Caça Dassault Mirage 2000 F-2000C / F-2000B .
58 Caça Northrop F-5E/F Tiger II F-5EM/FM      

Aviões de ataque
54  Caças A-1/A-1B

Aviões de treinamento e ataque leve 
110 Embraer EMB 312 Tucano AT/T-27 1
100 Embraer EMB 314 Super Tucano A-29/29B
60 Neiva T-25 Brasil Treinamento Básico T-25
04 Embraer EMB-326 Xavante AR-26

Aviões de transporte Presidencial
01 Airbus A319  Avião Presidencial VC-1A
02 Embraer 190 Aviao Presidencial VC-2

Reabastecimento em vôo
04 Boeing KC-137 Stratoliner  KC-137 (707-320C) * Há previsão para substituí-los a partir de 2014.
02 C-130 Hércules KC-130H

Foto aérea
02 Learjet 35 foto aérea R-35A

Ensaios em vôo
02 British Aerospace BAe 125-400  XU-93

Transporte
12 EADS/CASA C-295 Transporte C-105A * Mais 8 serão entregues em breve.
56 Embraer EMB-110 Bandeirante  Transporte C-95/A/B/C  * 42 deles serão modernizados.
96 Embraer EMB 120 Brasília Transporte
08 Embraer EMB-121 Xingu  Transporte VU-9
04 Embraer ERJ-135 Transporte VC-99C
08 Embraer ERJ-145 Transporte C-99 (EMB-145)
08 Learjet 35/55 Transporte  VC-35
20 C-130 Hércules Transporte C-130E/H

Aviões utilitários 
08 Embraer EMB 810 Seneca II/III Utilitário U-7/7A (EMB 810C)
04 Embraer Ipanema Brasil Utilitário U-19
02 Piper PA-32 Cherokee Utilitário
20 Cessna 208 Caravan I/II  Utilitário C-98 (208A) C-98B (208B)  C-98C (208C)

SAR 
12 Embraer EMB 110B Bandeirante R-95/RC-95

Patrulha marítima 
20 Embraer EMB-111 P-95A/B

Aviões de Vigilância aérea/Patrulha Maritima
09 Lockheed P-3 Orion  P-3M/BR 634  * Mais 3 serão reservas

Alerta Aéreo Antecipado/Sensoreamento Remoto
08 Embraer E-99/R-99

 Vigilância aérea remota/Reconhecimento - VANT
04 Elbit Hermes 450 Israel  Aquisições prováveis de novos em breve.



108 Helicopteros

36 UH-1 Iroquois Utilitário H-1H
04 Bell 206 JetRanger Utilitário H-4B (206B)
24 Helibras HB-350B Utilitário H-50
04 Helibras HB-355 Utilitário/Ensaios em vôo H-55

12 Mil Mi-35 Ataque AH-2 Sabre

08 UH-60 Black Hawk  Combate SAR /H-60L * Mais 16 H-60 foram requisitados.
02 Eurocopter EC 725 (H 36) Combate SAR H-36 * Mais 08 novos serão comprados

08 UH-60 Black Hawk Busca e Salvamento

08 Eurocopter AS-332 Super Puma  Transporte H-34 (AS-332M) VH-34
02 Eurocopter EC 135  Transporte VH-35


Armamento

Mísseis, Bombas e Foguetes

Míssil anticarro 9M120 Ataka-V Alto explosivos anti-tanque
Míssil antinavio MAN-1 míssil anti-navio com um Alcance 60–80 km
Míssil antinavio AGM-84 Harpoon Harpoon Block é um míssil lançado-ar
Missel ar-ar A-Darter 10° Geração de mísseis Ar-Ar
Míssil ar-ar Mectron MAA-1 Piranha Mísseis ar ar de curto alcance
Míssil ar-ar MAA-1B"Piranha B" nova versão de quarta geração
Míssil Anti-Radiação MAR-1 Mísseis anti-radiação Brasileiro (ARM)
Míssil ar-ar Derby Beyond-visual-range (BVR)
Míssil Ar-Ar Israel F-5M
Míssil ar-ar Python -3 e -4 Short-range
Míssil Ar-Ar Israel F-5M
Míssil ar-ar R550 Magic Short-range
Míssil ar-ar Super 530 Beyond-visual-range (BVR) Míssil Ar-Ar

Bomba de fragmentação BLG-252
Bomba incendiária BINC-300
Bomba Guiada Elbit Lizard Bomba Guida a Laser
Bomba Guiada SMKB-82/83 Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)
Bomba Guiada Mark 83 Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)
Bomba Guiada Mark 82 bomba Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)

Foguete Avibras Skyfire 70 Foguete ar-superfície
Foguete SBAT-70/127 Foguete Ar-superfície
Foguete S-8 rocket Foguete Ar-superfície

Outras Armas Embarcadas

Metralhadoras e Canhões automáticos

Metralhadora M134 Minigun Metralhadora multi-tambor pesado de 7,62 mm
Metralhadora FN MAG 7.62 de uso geral Bélgica H-34, H-36, H-50
Metralhadora Browning .50 12,7 de uso geral

Canhão automático Pontiac M39 20mm
Canhão automático DEFA 553 30mm
Canhão automático GSh-23L Montagem móvel NPPU-23-23mm

Armas da Infantaria de Aeronáutica

HK33 5,56 mm Fuzil HK-33 Fuzil Regular, Será substituído pelo IA-2
SG 550 5,56 mm Fuzil SG-550 Operado pelo PARA-SAR
Taurus MT 12 9 mm Submetralhadora M-972 Cópia da Beretta M12
Taurus PT-92 9 mm Pistola M-975 Cópia da Beretta 92
IMBEL M-973 9mm  Pistola M-973 Cópia da Colt 1911 no calibre 9mm
Browning .50 12,7mm Metralhadora
FN MAG 7,62mm Metralhadora
Gaugio 12 CBC/Boito Brasil Escopeta
AR-15 5,56 mm Rifle AR-15
 9K38 Igla Missel SAM SA-18

Radar

04 M-60 Radar de defesa antiaérea de baixa altura para identificar alvos até o alcance de 75 km.


 Exercícios

 A Força Aérea Brasileira realiza operações aéreas com o objetivo principal de treinar suas tropas e testar seus equipamentos para mantê-los sempre capacitados a oferecer uma pronta-resposta em caso de possíveis acionamentos e necessidades.

Os exercícios são de variadas naturezas, visando determinadas metas, e envolvem diversas Unidades. Dependendo da manobra, até mesmo Forças Aéreas de outros países: são as operações conjuntas, que trazem benefícios comuns às nações participantes, além de ajudas humanitárias no Brasil ou no Exterior:

Cruzex I  2002  Argentina,Brasil,França,Chile
Cruzex II 2004  Argentina,Brasil,França,Venezuela
Cruzex III 2006 Argentina,Brasil,Chile,França,Uruguai,Venezuela
Cruzex IV 2008 Brasil,Chile,França,Uruguai,Venezuela
Cruzex V 2010  Brasil,Chile,França,Uruguai,Estados Unidos




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