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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Força Aérea Brasileira emprega mais de 60 aviões em operação na Região Sul

A Região Sul do país é o cenário da Operação Laçador que inicia na próxima segunda-feira (16) e vai até o dia 27 de setembro. No exercício simulado, sob a coordenação do Ministério da Defesa, militares da Força Aérea Brasileira (FAB), da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro treinam e simulam situações de conflito. As missões desenvolvidas, simultaneamente, nos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná têm o objetivo de aprimorar a integração entre as Forças Armadas no Sul.

A Laçador também capacita as tropas das unidades militares do Sul em ações de combate e apoio logístico. Cerca de 1.500 militares da FAB estão envolvidos em atividades de infiltração e exfiltração aérea, assalto aeroterrestre, ressuprimento aéreo, defesa aérea, ataque a locais estratégicos, varredura, apoio aéreo aproximado, patrulha antissubmarino e reconhecimento aéreo. São 64 aeronaves da FAB que participam do exercício simulado, com o envolvimento da Base Aérea de Canoas (BACO), Base Aérea de Santa Maria (BASM) e Base Aérea de Florianópolis (BAFL).

A integração entre as Forças Armadas permeia toda a Operação Laçador. Aeronaves de ataque da FAB fazem a cobertura de tropas do Exército e as aeronaves P-3AM vão simular a defesa e a tomada do controle da região marítima com a Marinha do Brasil, no Porto de Rio Grande. As atividades ocorrerão, inclusive, durante as madrugadas da Região Sul, em que os militares da Aviação de Transporte da FAB farão treinamentos de lançamento de paraquedistas da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro e com o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARASAR). Será realizada, ainda, uma Ação Cívico-Social (ACISO), na cidade de Nova Santa Rita (RS).

Conheça as aeronaves



F-5M – Capaz de atingir 1,6 vezes a velocidade do som, o F-5M é utilizado para missões de defesa aérea e ataque ao solo. Fabricado nos EUA, a versão brasileira do caça foi modernizada pela Embraer com sensores de última geração. É equipado com um canhão de 20mm e pode levar até 3.175 de mísseis, bombas e foguetes.


F-2000 – Caça supersônico para defesa aérea. O Mirage F-2000 pode atingir 2,2 vezes a velocidade do som e é equipado com dois canhões de 30mm, além de mísseis.

A-1 – É um avião de ataque ar-superfície usado para missões de interdição, apoio aéreo aproximado e reconhecimento aéreo. Fabricado pela Embraer, o jato leva dois canhões de 30mm e até 3.800 kg de mísseis, bombas e foguetes.

RA-1 – É a versão de reconhecimento do caça A-1, equipada com câmeras.

A-29 – O A-29 Super Tucano é uma aeronave turboélice de ataque leve. Leva duas metralhadoras de 12,75mm e até 1.500 kg de armamentos.

P-3AM – Capaz de realizar voos com até 16 horas de duração, o suficiente para patrulhar grandes áreas do litoral brasileiro ou até mesmo para ir à África e voltar sem escalas, o avião tem como principal destaque a tecnologia embarcada de última geração que o capacita a vasculhar centenas de quilômetros de oceano, de dia ou de noite, e encontrar até submarinos sob a água.

Além das missões de defesa, o P-3AM terá importante papel na proteção das riquezas naturais do Brasil, como as reservas de petróleo do pré-sal e pode ainda ser utilizado, por exemplo, para busca de náufragos, para fiscalizar as atividades econômicas como a pesca ilegal e agressões ao meio ambiente marinho.

P-95 – O P-95 Bandeirante Patrulha, também conhecido pelo apelido de "Bandeirulha", foi criado a partir do avião de transporte leve C-95 Bandeirante, e tem como função o patrulhamento marítimo.

C-130 – Maior avião de transporte FAB atualmente em operação, o C-130 leva até 20 toneladas de carga. No Brasil, o C-130 é chamado carinhosamente por seus pilotos de "O Gordo" sendo responsável por inúmeras missões, que vão do Lançamento de Paraquedistas ao Reabastecimento em Vôo, passando por missões de Busca e Salvamento e de Transporte Aéreo.

C-105 – É um bimotor turbo-hélice desenvolvido para o transporte tático militar e empregado no lançamento de paraquedistas e carga. A aeronave é a principal responsável pelo suporte logístico na Região Amazônica, com capacidade de levar até 9 toneladas de carga. Para as missões de busca e salvamento existe a versão SC-105.

E-99 – É um avião-radar com capacidade de vigiar e controlar o espaço aéreo. Dentro do E-99, controladores podem monitorar o espaço aéreo e atuar no alerta aéreo antecipado a qualquer tipo de ameaça que sobrevoe uma área em qualquer nível de voo.
R-99 – É uma aeronave de reconhecimento capaz de elaborar imagens em alta resolução do terreno mesmo em voo a grande altitude. Possui também sistemas que cobrem as variadas faixas do espectro eletromagnético, sendo possível realizar sua missão inclusive sobre as nuvens.

RQ-450 – O Hermes 450 é um veículo aéreo não tripulado capaz de realizar missões de até 16 horas de duração e transmitir imagens ao vivo, tanto de dia quanto de noite. Definido na FAB como Aeronave Remotamente Pilotada (ARP), o RQ-450 é controlado à distância e suas câmeras fazem tanto filmagem em alta resolução quanto no espectro infra-vermelho.

H-60 – É um helicóptero bimotor multimissão.

H1-H – Helicóptero destacado para atividades de busca e salvamento.


Fonte: Agência Força Aérea

domingo, 27 de outubro de 2013

FAB reduz tempo de decisão

A Força Aérea Brasileira reduziu de 72 horas para 48 horas o tempo do ciclo de tomada de decisão para o planejamento de ações de combate aéreo. Empregada pela primeira vez na Operação Laçador, a medida atende ao objetivo do treinamento conjunto das Forças Armadas. Coordenado pelo Ministério da Defesa, o exercício reúne cerca de oito mil militares na região Sul do país até o dia 27 de setembro.

De acordo com o chefe do Centro de Operações Aéreas do Teatro (COAT), localizado em Brasília (DF), que gerencia todos os voos na área da operação, Brigadeiro do Ar Mário Luís da Silva Jordão, a redução vai ao encontro da necessidade de sincronizar as ações da FAB com as demais Forças. “Reduzimos para ter maior interoperabilidade com a Marinha e o Exército, tendo um resultado mais adequado e que atinja os objetivos específicos de cada força”, explica o oficial-general.

Veja na reportagem:



Fonte; FAB

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Exercício de emergência nuclear

FAB participa de exercício de emergência nuclear


A Força Aérea Brasileira participou entre os dias 10 e 12 de setembro do Exercício Geral de Resposta à Emergência Nuclear realizado no município de Angra dos Reis (RJ). Na simulação, a FAB participou na evacuação aeromédica de uma vítima afetada pela radiação. Um avião C-98 Caravan fez o transporte entre Angra dos Reis e a Base Aérea do Galeão, localizada próxima ao Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG).

Além da aeronave, a FAB participou com dois médicos: o Coronel Marco Arthur de Marco Rangel e o Capitão Dalton Muniz Santos. Ambos foram previamente capacitados pelo Instituto de Medicina Aeroespacial (IMAE), organização da Força Aérea responsável pela formação e capacitação do pessoal de saúde na área de defesa química, biológica, radiológica e nuclear.


Equipe de Controle Radiológico da FAB atua durante exercício de emergência nuclear



A Equipe de Controle Radiológico (ECR) constituída por especialistas do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), pertencente ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), participou, em conjunto com a Equipe de Controle Médico (ECM) e com o efetivo da Base Aérea de Santa Cruz (BASC), de um exercício geral de emergência nuclear da Usina de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. No treinamento, sob coordenação do III COMAR, a FAB atuou em ações preventivas e confirmatórias para proteção dos tripulantes e das aeronaves envolvidas em missões de apoio em acidentes nucleares ou radiológicos.

As atuações preventivas foram realizadas por meio de um treinamento da ECR no acompanhamento da simulação da pluma radioativa, realizado com o apoio da CNEN. A atuação confirmatória ocorreu por meio do acompanhamento da missão de voo por um técnico da ECR, responsável por fazer o controle dosimétrico e de contaminação da tripulação e dos materiais e passageiros transportados pela aeronave da FAB. Houve também uma simulação de transporte de radioacidentado e dois exercícios de recebimento, em Santa Cruz, das aeronaves que partiram para missões na simulação de emergência de Angra dos Reis.

O efetivo da base e a ECR realizaram o acompanhamento e recebimento da aeronave potencialmente contaminada, sua escolta, o isolamento e sinalização da área, o monitoramento da tripulação e da aeronave e sua posterior liberação após constatar-se a não existência de contaminação radioativa.

O exercício conjunto preventivo é fundamental para garantir a integridade e disponibilidade dos recursos humanos e materiais da FAB em uma situação de envolvimento de missões em áreas de risco radiológico.


Fonte: FAB

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

FAB realiza missão simulada com Comandos do Exército

A missão simulada na Operação Laçador era chegar ao local, atacar e destruir um suposto radar do inimigo na noite do Rio Grande do Sul. No cenário real, o objetivo do treinamento conjunto entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e o Exército Brasileiro foi trazer mais conhecimentos sobre o uso dos óculos de visão noturna (Night Vision Google – NVG) em cenários de conflito.

Para a ação que terminou na madrugada desta sexta-feira (20/09), foram destacados militares do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS - PARASAR), pilotos do Esquadrão Pantera (5º/8º GAV), e uma equipe dos Comandos do Exército Brasileiro.

Veja na reportagem:



A equipe embarcou nas aeronaves H-60 Black Hawk nesta quarta-feira (18/09), às 20h, na Base Aérea de Santa Maria (BASM), e foi levada a uma região distante 12 a 15 km do alvo no território do inimigo. A temperatura baixa no Sul, inferior a 10º C, não foi problema para os militares de Operações Especiais, treinados para cumprir missões com alto grau de dificuldade em situações extremas.

“Os Comandos e o PARASAR têm formas diferentes de operar e a Operação Laçador é uma oportunidade para trocar informações, alinhar as doutrinas e a forma de agir nas missões reais”, disse um militar do PARASAR da missão.

Os helicópteros Black Hawk do Esquadrão Pantera atuam em exercícios militares e missões reais, como busca e resgate, transporte de tropas e ajuda humanitária.

“Esta missão é uma experiência muito importante para os militares do nosso esquadrão e também para os outros envolvidos. Na teoria, seria fácil a coordenação dos esforços. Mas, na prática, nós vemos que existem dificuldades a serem superadas e temos de estar preparados para uma situação de guerra”, afirma um dos pilotos.

A ação começou com o treinamento dos Comandos e do PARASAR no 29º Batalhão de Infantaria Blindada (29º BIB). Os Comandos realizaram um treinamento no campo de instrução da unidade militar no dia anterior ao ataque simulado. O exercício começou com a ação do caçador, que atingiu um alvo estratégico para que os demais militares atacassem o local. O objetivo principal de ações como estas é cercar, atacar e destruir o alvo inimigo.

A Operação Laçador é um exercício conjunto da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira, sob a coordenação do Ministério da Defesa.

Sobre o NVG - O equipamento aumenta em até 50 mil vezes a luminosidade e aproveita a luz das estrelas para que os pilotos consigam realizar missões noturnas sem referências visuais.


Fonte: Agência Força Aérea

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Esquadrão Arara utiliza óculos NVG em pouso noturno


O Esquadrão Arara (1°/9°GAv) realizou pousos e decolagens durante a noite na Base Aérea de Manaus (BAMN) com as luzes de iluminação da pista desligadas. Os pilotos utilizaram os Night Vision Goggles (NVG), óculos de visão noturna, e contaram com um sistema de sinalização de infravermelho que pode ser visto apenas com o uso de NVG, a Sinalização Luminosa Tática Autônoma (SLTA).


A operação foi realizada em parceria com o Sétimo Serviço Regional de Engenharia (SERENG-7), que cuidou da parte técnica. A SLTA foi montada em apenas 40 minutos. “O equipamento que compõe a SLTA é portátil e não necessita de cabos, tornando a instalação muito rápida e segura. Tal operação pôde propiciar o treinamento para os pilotos e, principalmente, para o SERENG-7, medindo o tempo gasto em uma operação do tipo”, disse o Chefe do SERENG-7, Major Ricardo Rodolpho.


Durante os voos, a equipe do SERENG-7 e alguns militares do Esquadrão Arara ficaram na torre de controle do Aeroporto de Ponta Pelada, na BAMN. Desse local, observavam a pista e controlavam a SLTA, através de um controle remoto. A equipe testou o balizamento em suas seis intensidades luminosas e no modo infravermelho, quando ficava apagado. Todos os passos da missão eram coordenados com os pilotos do Esquadrão Arara que, de dentro do C-105 Amazonas, também podiam controlar o balizamento do aeródromo, por meio de outro controle remoto embarcado com alcance de quatro quilômetros.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

P-3AM defende polo naval de Rio Grande em conflito simulado


O polo naval de Rio Grande é conhecido pela fabricação de plataformas que são destinadas à exploração de petróleo na região do pré-sal, na Bacia de Santos. A maior plataforma semissubmersível do Brasil, a P-55, foi inaugurada esta semana, e estão previstas, ainda, as construções dos modelos P-75 e P-77. Para defender uma área tão estratégica para o país, a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Marinha do Brasil fazem exercícios simulados no Porto de Rio Grande na Operação Laçador. A aeronave P-3AM, do Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1o/7o GAV), o Esquadrão Orungan, foi destacada para as missões.

De acordo com o Comandante da aeronave, Major Aviador Allan Davis Cabral da Costa, o P-3AM percorreu uma área marítima de 71.133 km2 nas primeiras missões, desde a Bacia Petrolífera do Paraná até a região do Porto de Rio Grande.

“O P-3AM possui a autonomia de até 16 horas de voo, velocidade e sensores embarcados no estado da arte, e pode cobrir uma extensa área sobre o mar. Assim, pode identificar com precisão os tráfegos de navios mercantes dos tráfegos de navios militares, sendo estes amigos ou não”, explica o militar.

Na Operação Laçador a aeronave P-3AM realiza missões de patrulha marítima na região do Porto do Rio Grande. Uma das missões do guardião do pré-sal é proteger com as outras Forças Armadas os cerca de 3,5 milhões de km2 da Zona Econômica Exclusiva do país.
“A partir do que for captado nos sensores, a aeronave pode fornecer informações que ajudam os navios da Marinha na defesa de áreas julgadas de interesse nacional, como os principais portos e bacias petrolíferas do país. É por essa razão que o P-3AM é reconhecido como o guardião do pré-sal”, conta o Major Allan.

Além dos P-3AM, as aeronaves de Patrulha P-95B Bandeirulha do Segundo Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (2º/7° GAV), o Esquadrão Phoenix, também participam da Operação Laçador.




Fonte: Agência Força Aérea

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Chegada dos Caça A-1 modernizado

FAB recebe primeiro caça A-1 modernizado...


A primeira aeronave do caça subsônico A-1 AMX modernizada foi entregue à Força Aérea Brasileira nesta terça-feira (03/09) em Gavião Peixoto, interior de São Paulo. A cerimônia contou com a presença do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito, e do presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, além de oficiais-generais do Alto Comando da Aeronáutica e funcionários da empresa.

Para o comandante da Terceira Força Aérea (III FAE), Brigadeiro do Ar Luiz Fernando Aguiar, responsável pela Aviação de Caça da FAB, a data é um marco importante na revitalização da composição do poder aéreo do país. “O A-1 não é um avião de defesa aérea. É um avião estratégico para ataques a longas distâncias. Nós estamos com os nossos F5 modernizados e agora iniciamos o mesmo processo com o A-1. Com a parada dos Mirages, essas duas máquinas farão diferença em termos de sustentabilidade da nossa aviação de combate”, explica o oficial-general. “Necessariamente, nós temos que continuar evoluindo porque a quantidade de aviões que estamos recebendo não é o suficiente para todas as nossas operações. A falta do Mirage terá que ser reposta. Esperamos, num futuro próximo”, complementa o Brigadeiro Aguiar.

Adaptação - A primeira unidade aérea a receber o novo avião, registrado com a matrícula FAB 5520M, está sediada na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O Esquadrão Adelphi (1º/16º GAV), que completa 25 anos de operação em 2012, começou a se preparar há seis meses para este momento. Pilotos e mecânicos participaram de cursos sobre a operação dos novos sistemas. De acordo com o comandante do esquadrão, Tenente-Coronel-Aviador Raul Carlos Câmara Borges, é a adaptação dos pilotos. Cada um deve cumprir pelo menos quatro missões. “Serão realizados voos para adaptação diurna, noturna, navegação por contato e por rádio”, detalha.

A chegada da aeronave modernizada não muda a missão da unidade aérea, treinada para ataques ar-solo. O que muda é a maneira de realizá-la. “Os displays têm uma disposição que facilitam a visualização das informações. Há uma integração maior, para que o piloto não precise retirar as mãos do manche ou da manete para selecionar alguma informação”, exemplifica.

Principais mudanças - Para o gerente do projeto de modernização do AMX, Coronel-Aviador Márcio Bonotto, da Comissão Coordenadora do Programa de Aeronave de Combate (COPAC), um importante benefício da modernização é o aumento na segurança para o piloto. “A modernização permitiu incorporar a suíte de guerra eletrônica, com o sistema de autodefesa integrado que permite o próprio avião detectar ameaças e disparar automaticamente os flares”, afirma o gerente. Veja entrevista.

A aeronave A-1 teve a estrutura revitalizada e recebeu novos equipamentos, entre eles o radar SCP-01. Desenvolvido especificamente para o avião, o radar permite aos pilotos encontrar alvos no solo em distâncias maiores e aumentar a precisão no lançamento de armamentos. O novo radar também amplia a capacidade de combate para o modo ar-mar, o que dá a possibilidade de voar missões contra alvos navais. “É mais um recurso para aumentar a precisão e a defesa da aeronave”, explica o gerente do projeto.

O armamento também teve modificações. O envelope de emprego do caça foi ampliado e novos artefatos inteligentes incorporados. Na versão modernizada do caça, a cabine e a iluminação externa foram adaptadas para serem compatíveis com o uso de óculos de visão noturna (NVG).

Próximas entregas – O primeiro avião foi recolhido em 2011 para ser modernizado. A previsão é de que o ciclo de modernização das próximas aeronaves reduza de dois anos e meio para cerca de um ano. Os próximos dois aviões modernizados devem ser entregues até o final deste ano ao Esquadrão Adelphi. As unidades sediadas em na Base Aérea de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, esquadrões Poker (1º/10º GAV) e Centauro (3º/10º GAV), também passarão pelo processo de modernização. Nesta semana, a 20ª aeronave será recolhida para os hangares da Embraer. O contrato entre a FAB e a Embraer prevê a revitalização e a modernização de 43 caças, sendo 33 nas versões mono e 10 biplace.


FAB se prepara para a Guerra Eletrônica


Na mesma semana da chegada do primeiro jato de ataque A-1 modernizado para a Força Aérea Brasileira, o Esquadrão Centauro, de Santa Maria (RS), concluiu mais um Estágio Básico de Guerra Eletrônica.

Vinte e quatro militares dos esquadroes Centauro e Pantera, além do Segundo, Quarto e Quinto Grupos de Comunicação e Controle (GCC) participaram do curso.

Entre os principais assuntos debatidos foi a chegada do equipamento Sky Shield, um interferidor eletrônico que será utilizado pelos A-1M do Esquadrão Centauro.


Fonte: Agência Força Aérea

sábado, 5 de outubro de 2013

Caças AF-1 Skyhawk

Homenagem ao 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1)


 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Esquadrão Arara lança paraquedistas no Rio Negro (AM)

Paraquedistas saltaram sobre o Rio Negro (Manaus)
“Na Rota! Já!” Foi com esse comando que os pilotos do Primeiro Esquadrão do Nono Grupo de Aviação (1°/9° GAv) iniciaram uma operação inédita no Brasil. 
Em parceria com o Exército Brasileiro (EB), o Esquadrão Arara lançou 140 paraquedistas sobre o Rio Negro, em Manaus (AM). 
A Operação Bumerangue II, como foi chamada, marcou o primeiro salto em massa de paraquedistas sobre a água.
Os saltos foram realizados no dia 21 de agosto. Contudo, a equipe, formada por militares de sete países, incluindo o Brasil, treinaram durante um ano, no Rio de Janeiro, para cumprirem a missão. “Nossa atuação é estratégica. Então, o objetivo foi treinar a tropa paraquedista para operar em qualquer local, inclusive nos rios, como ocorreu nesta operação”, disse o Comandante do 27° Batalhão de Infantaria Paraquedista do Exército, Coronel Alexandre Oliveira Cantanhede Lago.
Com o apoio da aeronave C-105 Amazonas, do Esquadrão Arara, os paraquedistas puderam concluir o trabalho que foi precedido por várias etapas de preparação que incluíram natação, flutuação, saltos em água apenas com os paraquedas e outros mais complexos com mochila e fuzil.
A Operação foi finalizada na última quinta-feira (22/08). No última dia de missão, a equipe treinou o lançamento de materiais - um bote e dois fardos. Desta vez, o local escolhido foi a região Sudeste de Rio Preto da Eva, a 70 km de Manaus.
“Esse tipo de operação é muito válida, pois as Forças Armadas dependem uma das outras, trabalhamos de forma integrada e operacional”, destacou um dos pilotos da missão, 1º Tenente Aviador Fernando Honorato.



Fonte: FAB

sábado, 21 de setembro de 2013

FAB celebra 30 anos do primeiro pouso no continente gelado


O primeiro voo para a Antártida realizado pela Força Aérea Brasileira completa 30 anos nesta sexta-feira (23). A missão cumprida exclusivamente pelo Esquadrão Gordo (1º/1º GT), sediado no Rio de Janeiro, faz parte do apoio logístico ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR). Os dez voos realizados a cada ano são imprescindíveis para que cientistas brasileiros possam trabalhar na busca de respostas, como a cura do câncer e as soluções para as mudanças climáticas globais. Leia mais sobre o assunto na última edição da Aerovisão.
De acordo com o comandante do Esquadrão Gordo, Tenente-Coronel-Aviador Sérgio Mourão Mello, a experiência de operar no gelo permitiu que a FAB consolidasse doutrina própria para esta missão. Além disso, o comandante destaca quais são os desafios para os próximos 30 anos. 
Selo comemorativo - A data será celebrada na próxima semana (30/08) com uma solenidade militar na Base Aérea do Galeão (BAGL) reunindo atuais e ex-integrantes do Esquadrão Gordo. Na ocasião, será lançado o selo comemorativo de 30 anos da operação antártica. A imagem do C-130 Hércules da FAB sobrevoando o continente polar será utilizada no uniforme de voo por todos os integrantes da unidade aérea durante um ano.
No evento, também serão homenageados os militares que fizeram enfrentaram pela primeira vez os desafios do gelo. Dois anos depois do primeiro voo, em 23/08/1985, a tripulação foi surpreendida por uma forte nevasca. Sem condições de decolagem, a única saída para os seis militares foi pernoitar no inóspito continente. 
Os desafios de voar no gelo – Qual a preparação dos pilotos? Como é o caminho para chegar no continente gelado? Descubra estas respostas no programa FAB em Ação sobre os desafios de voar na Antártida. Um lugar onde os ventos podem ultrapassar os 100 km/h, a névoa encobre tudo num piscar de olhos e no verão as temperaturas não vão muito além de zero grau.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Projeto desenvolvido pela FAB faz primeira decolagem automática

Vant Acauã realizou seis voos na campanha de ensaio  Instituto de Aeronáutica e EspaçoO protótipo do vant Acauã, que faz parte do projeto de desenvolvimento de tecnologias nacionais para veículos aéreos não-tripulados, fez a primeira decolagem automática. Os ensaios em voo foram executados durante a Operação DPA 6, realizada na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga, no interior de São Paulo entre os dias 14 a 20 de agosto. A etapa faz parte do projeto que tem o objetivo de desenvolver um demonstrador de tecnologia de um Sistema de Decolagem e Pouso Automáticos (DPA) para Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT).
Nos seis voos de ensaio do protótipo de número três do Vant Acauã foram verificadas a nova configuração dos equipamentos e novas funcionalidades do software embarcado e execução dos ensaios iniciais de decolagem automática. Além disso, foram realizadas corridas no solo para comprovação do controle direcional no solo. 
De acordo com o coordenador do projeto, Flavio Araripe d’Oliveira, finalizar esta etapa do projeto com sucesso significa vencer mais um desafio tecnológico. “Estamos desenvolvendo tecnologias nacionais que poderão ser empregadas no primeiro vant de maior porte desenvolvido no Brasil para emprego operacional”, explica o engenheiro aeronáutico. A automatização do pouso e decolagem de um veículo aéreo não tripulado reduz os riscos de acidentes nestas fases, que são as mais críticas do voo. Além disso, permite operar com condições climáticas adversas, como nevoeiros, e em operações noturnas. A próxima fase do projeto é conseguir o pouso automático.
A campanha de ensaio envolveu 45 profissionais integrantes do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e das empresas Bossan Computação Científica (BCC) e Flight Technologies, responsáveis pelos software embarcado e piloto automático, respectivamente.
Saiba mais - O projeto iniciado em 2010 é coordenado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e conta com a participação do Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e do Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM). É apoiado pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (FUNDEP), tendo recursos financeiros disponibilizados pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).


Fonte: IAE

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

P-3AM realiza vigilância noturna no oceano Atlântico

ROTA AÉREA DE PATRULHA TRIDADEUma aeronave P-3AM do Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) realizou na última semana uma missão no arquipélago brasileiro de Trindade e Martim Vaz, localizado no oceano Atlântico, a cerca de 1.200 km a leste de Vitória (ES). A aeronave decolou de Salvador (BA), sede do esquadrão, e efetuou uma missão de vigilância noturna das águas brasileiras mais afastadas da nossa Zona Econômica Exclusiva (ZEE).
Esse tipo de missão só é possível porque o P-3AM tem um impressionante raio de ação de patrulhamento marítimo, sendo capaz de realizar voos com até 16 horas de duração. Os sensores embarcados possibilitam a investigação de embarcações também no período noturno, condição mais vulnerável para a vigilância dessas áreas, constantemente explorada por contraventores.
“Além de possuir um dos mais modernos sistemas para identificação por radar do cenário mundial, a nossa aeronave dispõe do Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno”, explica o Tenente-Coronel Aviador Fábio Morau, comandante do esquadrão.
Com esses equipamentos, o P-3AM consegue identificar uma embarcação por meio de suas principais características e classificá-las de acordo com o interesse da tripulação, tais como pesqueiros, navios de pesquisa ou navios mercantes.
Missões como a do arquipélago permitem localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas. “Com a atuação conjunta e coordenada das duas Forças, mantemos atualizada a consciência situacional das áreas de interesse. Assim, sedimentamos cada vez mais a presença brasileira nas zonas oceânicas, mostrando a FAB presente nos 22 milhões de km2”, completou o comandante.
Trindade e Martim Vaz
O arquipélago é constituído por duas ilhas principais (Trindade e Martim Vaz), separadas por 48 quilômetros. A área de 10 km² forma um imenso paredão no meio do oceano. Apenas a Ilha da Trindade é habitada e no local há uma guarnição mantida pela Marinha do Brasil. Por isso, é considerado o local habitado mais remoto do Brasil e o ponto mais a leste de todo o território brasileiro.
“Estas regiões, ameaçadas pelos interesses internacionais e pela biopirataria, têm sido inseridas cada vez mais na rotina das ações da Aviação de Patrulha graças às novas capacidades operacionais trazidas pelo P-3AM da FAB”, finaliza o Tenente-Coronel Morau.
Acompanhe uma missão de treinamento do P-3AM durante a Operação Atlântico em 2012:

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

1° GAAAD recebe o primeiro radar de fabricação nacional


FAB_1GAAAD_SABERM60_2013.09.JPGCom o objetivo de aprimorar os meios de defesa antiaérea, o Primeiro Grupo de Artilharia Antiaérea de Autodefesa (1° GAAAD) recebeu o primeiro radar SABER M60 nesta segunda feira (12/8), em Canoas (RS).
Feito com tecnologia exclusivamente nacional pelo Centro Tecnológico do Exército Brasileiro em parceria com a empresa ORBISAT, o novo mecanismo integrará o sistema de controle e alerta do GAAAD e proporcionará a detecção à baixa altura de alvos de asa fixa ou rotativa, em uma distância de até 60 km.
Paralelamente, o 1° GAAAD iniciou o curso de especialização do Radar SABER M60, que visa à preparação dos militares do grupo para o uso e operação de todo o novo sistema.


Fonte: Força Aérea

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pela primeira vez, Blackhawk é pilotado somente por mulheres

Tenentes Pedretti e Déborah na cabine do Blackhawk  COMAR VIIO Blackhawk é o maior e mais pesado helicóptero militar em operação no Brasil. São 19 metros de comprimento e até 9.185 kg sustentados por duas turbinas de 1.940 shp de potência. Como um verdadeiro "faz-tudo", a aeronave é presença constante em exercícios militares e missões reais, como busca e resgate, transporte de tropas e ajuda humanitária. No dia 1° de agosto, pela primeira vez, toda essa capacidade esteve nas mãos duas mulheres, as Tenentes Aviadoras Déborah Gonçalves e Caroline Pedretti, ambas do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), de Manaus (AM).

"Pra gente é uma missão normal. Não interessa se é homem ou mulher, e sim se é capaz de cumprir o que está previsto", diz a Tenente Pedretti. Formada em 2010 pela Academia da Força Aérea, no ano seguinte ela tirou o primeiro lugar no curso de formação de pilotos de helicóptero e escolheu servir em Manaus com o único objetivo de voar o Blackhawk. "Ele consegue transportar muito peso. É incrível", conta. 
Com 1,63m de altura, ela garante que as mulheres são tão capazes quanto os homens de dominar essa máquina de guerra. "Nós treinamos com o módulo de assistência ao piloto desligado, o que aumenta o peso nos comandos. Mas a gente faz normalmente", explica. Outro desafio vencido pela Tenente Pedretti foi passar no Curso de Adaptação Básica ao Ambiente de Selva (CABAS), exigido para os aviadores que voam na região amazônica. "Apredemos bastante coisa sobre a selva. Se a gente precisar pernoitar em alguma localidade remota, por exemplo, vai ser muito útil".
Já para para a Tenente Déborah, comandante da missão, fazer parte do Esquadrão Harpia também é uma experiência relevante por conta das missões da Força Aérea Brasileira na região amazônica. “É uma região muito carente, onde as pessoas precisam muito de ajuda", afirma.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

T-25 Universal atinge marcas históricas de disponibilidade



Mesmo após 42 anos de serviço na Força Aérea Brasileira, a frota do treinador T-25 Universal atingiu um recorde histórico neste mês: até o dia 23 de julho, a média de disponibilidade da frota da Academia da Força Aérea foi de 87,24%. Isso quer dizer que dos 42 T-25 utilizados para instrução básica dos Cadetes, pelo menos 36 estavam diariamente disponíveis para voo. No dia 12, a equipe de manutenção conseguiu o feito de alcançar 93% de disponibilidade, com 40 aeronaves prontas para decolagem.

Com 27 anos de experiência na manutenção do T-25, o Suboficial Ronaldo Legui explica que o avião é fácil de trabalhar, mas houve uma evolução na organização do trabalho. “A logística melhorou. A informática ajudou. Foram implantados sistemas que faz com que os suprimentos cheguem quando são necessários”, conta. O Suboficial diz que são realizadas, em média, 250 inspeções anuais em aeronaves da frota e que agora todos os passos têm um planejamento melhor. “A gente consegue liberar a aeronave em menos tempo, fazer um bom trabalho”, completa.

Com um número cada vez menor de aeronaves nas mãos do pessoal de manutenção, o Tenente Aristóteles Alves brinca: “Acho que coisa parecida só foi possível quando os aviões chegaram da fábrica”. O oficial especialista explica que além do trabalho da equipe de 70 militares diretamente envolvidos na manutenção dos T-25, há ainda a participação do Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa e de outras unidades que participam da cadeia logística. “Qualquer avião é fácil de manter desde que você tenha um suporte adequado. E é isso o que a gente está tendo”, explica. Ele ressalta ainda a capacitação dos recursos humanos.

O T-25 é o primeiro passo na formação dos aviadores da FAB. Todo ano, aproximadamente 100 Cadetes do segundo ano da Academia realizam na aeronave a etapa primária do treinamento aéreo, com 50 horas de voo. No quarto ano, as etapas avançadas são realizadas nos T-27 Tucano.


Fonte: AFA e Agência Força Aérea

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Conheça a frota da FAB para o transporte de autoridades

A Força Aérea Brasileira (FAB) possui 15 aeronaves que podem ser usadas por autoridades como os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
O decreto 4244/2002, que disciplina o uso de aviões da FAB por autoridades, diz que os jatos podem ser requisitados quando houver "motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente".

O custo da hora de voo é informação estratégica e protegida. Cotação com empresas de fretamento mostra que esse custo seria de ao menos R$ 158 mil.

As autoridades devem informar quantos passageiros os acompanharão --mas não há previsão para que informem o nome dessas pessoas.


CASOS

A Folha revelou hoje que o ministro Garibaldi Alves Filho, da Previdência Social, viajou ao Rio em avião da FAB para ver o jogo do Brasil. No dia 28 de junho, Garibaldi foi a Fortaleza em agenda oficial. Em vez de voltar a Brasília, ele voou para o Rio, onde assistiu à partida no domingo. "Me senti no direito de o avião me deixar onde eu quisesse ficar", afirmou o ministro

Garibaldi é primo do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que usou outro avião da FAB para ver o jogo da seleção. A Folha revelou na quarta-feira (3) que Alves levou sete convidados de Natal para o Rio. Glauber Gentil, que foi para o Rio com Garibaldi, pegou carona com Alves para voltar a Natal.

No mesmo dia, o presidente da Câmara disse que errou ao permitir que sete parentes pegassem carona em um avião da Fab para assistir ao jogo da seleção e devolveu à União R$ 9.700, segundo ele, equivale em bilhetes comerciais à carona dada a parentes em avião oficial.
Cotação com empresas de fretamento mostra que esse custo seria de ao menos R$ 158 mil.

Ontem, a Folha revelou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também usou jato da FAB para ir ao casamento do senador Eduardo Braga (PMDB-AM) em Trancoso, na Bahia. O avião foi de Maceió a Porto Seguro em 15 de junho e, na madrugada do dia seguinte, partiu para Brasília. A assessoria de imprensa do Senado não comentou.

Renan Calheiros disse que não vai ressarcir os cofres públicos por ter utilizado avião oficial da FAB porque participou do "compromisso" como presidente do Senado e, como chefe de Poder, tem direito ao uso da aeronave oficial --mesmo que a viagem não seja oficial.

Numa reação ao uso de aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) pelos presidentes da Câmara e do Senado para compromissos particulares, congressistas defenderam ontem maior transparência na divulgação dos voos de autoridades pela Aeronáutica.

Na Câmara, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) apresentou projeto que obriga o Executivo a divulgar, inclusive no Portal da Transparência, não apenas os pedidos de viagens em aviões da FAB, mas a data, o motivo e a lista de passageiros.


Fonte: Folha Via Notimp
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