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terça-feira, 4 de junho de 2013

Raio X na Força Aérea Brasileira

A Força Aérea Brasileira (FAB) é o "braço-armado" da Aeronáutica brasileira.



É uma das três Forças Armadas do Brasil. É a maior força aérea da América Latina em contingente, número de aviões e poder de fogo.

 História 

 A criação da Força Aérea Real (Reino Unido) em 1918, da Força Aérea Italiana (Regia Aeronautica) e da Força Aérea da França durante a década de 1920, levou a idéia de unir o poder aéreo brasileiro sob a mesma organização.

Juntamente com esses eventos, o primeiro manifesto público para criar um serviço aéreo militar integrado surgiu em 1928,5 quando um major do exército chamado Lysias Rodrigues escreveu um artigo chamado Uma necessidade premente: o Ministério do Ar.

Dois anos mais tarde, a Missão Militar Francesa, trabalhando para o Exército Brasileiro, deu os primeiros passos para organizar um braço aéreo nacional. A ideia recebe maior apoio quando um grupo de aviadores brasileiros vieram da Itália em 1934 e explicaram as vantagens de se ter uma aviação militar unificada.
Além disso, a Revolução Espanhola e os primeiros movimentos da Segunda Guerra Mundial no final dos anos 1930 mostraram a importância do poder aéreo para as estratégias militares.

Um dos principais defensores do plano para criar uma força aérea independente foi o então presidente Getúlio Vargas. Ele organizou um grupo de estudos no início de 1940 e toda a estrutura do Ministério da Aeronáutica foi criada no final desse ano.

Esta nova agência governamental era a responsável por todos os aspectos da aviação civil e militar, incluindo regulação, infra-estrutura e organização.6 Formalmente, o Ministério da Aeronáutica foi fundado em 20 de janeiro de 1941 e o seu ramo militar foi chamado "Forças Aéreas Nacionais", alterado para "Força Aérea Brasileira" (FAB) em 22 maio daquele ano.

Os ramos aéreos do Exército ("Aviação Militar") e da Marinha ("Aviação Naval") foram extintos e todo o pessoal, aeronaves, instalações e outros equipamentos relacionados foram transferidos para a FAB.6 Segunda Guerra Mundial,

 A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo, porém de forma modesta, durante a Segunda Guerra Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana. Foram enviadas para a Itália duas unidades aéreas da FAB, o 1º Grupo de Aviação de Caça, o Senta a Pua!, e a Primeira Esquadrilha de Ligação e Observação (1ª ELO).

A Força Aérea Brasileira fez modestas contribuições ao esforço de guerra dos Aliados na 2 ª Guerra Mundial, especialmente na frente italiana. A FAB estava principalmente equipada com aviões americanos tais como o Thunderbolt P-47.7 7 8 9 O submarino alemão U-199 foi afundado 31 de julho de 1943 no Atlântico Sul a leste do Rio de Janeiro, por bombas um avião Mariner americano (VP-74) e dois aviões brasileiros (Catalina e Hudson) da Força Aérea Brasileira.

Houve 49 sobreviventes e 12 mortos. Em 9 de novembro de 2003, foi inaugurado em Pianoro, Itália, mais precisamente no distrito de Livergnano, uma placa em homenagem ao 2º Tenente-Aviador John Richardson Cordeiro e Silva, primeiro piloto da FAB abatido em combate, e a todos os demais integrantes da Força Aérea que estiveram lutando na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A placa foi agregada ao monumento já existente em homenagem aos que morreram combatendo os fasci-nazistas na guerra.

A localidade de Livergnano foi escolhida por ter sido o local onde a aeronave de caça do Ten Cordeiro, um P-47 Thunderbolt, foi abatida em 6 de novembro de 1944, pela temida Flak, bateria antiaérea alemã, no regresso de uma missão de combate no norte da Itália. Pós-Segunda Guerra e Guerra Fria..

 Após a Grande Guerra, a FAB começou a voar com o caça a jato britânico Gloster Meteor. Os jatos foram comprados dos britânicos por 15.000 toneladas de algodão bruto, como o Brasil não tinha reservas em moeda estrangeira de sobra. O jato foi operado pela FAB até meados dos anos 1960, quando foi substituído pelo F-80C e TF-33A, que mais tarde foram substituídos pelos jatos MB-326, Mirage III e Northrop F-5.

Durante a Guerra Fria, a República brasileira estava alinhada com os Estados Unidos e a OTAN. Isto significava que os F-5 podiam ser comprados mais baratos dos Estados Unidos, que chamavam este jato o "Freedom Fighter". Muitos outros países, como México, também se beneficiaram desta política.

A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica, Aeronáutica brasileira Co.) tem suas origens como uma empresa directamente gerida e promovida pela FAB. Trabalhando com empresas italianas, desenvolveu o avião de ataque AMX nova (conhecida localmente como A-1) que constitui a espinha dorsal da força de ataque da FAB. O bem-sucedido Tucano T-27 e o avião de ataque nova luz "A-29", também são amplamente utilizados pelas aeronaves da Embraer pela FAB.

 No ano de 1982 foi permitido a mulheres ingressarem na Aeronáutica



Organização e estrutura

Efetivo 

 A Força Aérea Brasileira conta com o efetivo de aproximadamente 80.000 pessoas, sendo militares e civis
divididos em seus comandos por todo o pais.

 O Comando militar da força é exercido pelo Comando da Aeronáutica - COMAER, ao qual estão subordinados três Comandos-Gerais, três departamentos e diversos outros órgãos relacionadas com o funcionamento e administração da aviação brasileira, tanto civil como militar, e da pesquisa e desenvolvimento aeroespacial.

 Os três Comandos Gerais são:
Comando-Geral de Operações Aéreas
Comando-Geral de Apoio
Comando-Geral de Pessoal

 Os três Departamentos são:
Departamento de Controle do Espaço Aéreo
Departamento de Ensino da Aeronáutica
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial

Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR)

É ao Comando de Operações Aéreas (COMGAR) que estão subordinadas as unidades aéreas, bases aéreas e órgãos afins. Ou seja, o COMGAR é o braço armado da Força Aérea Brasileira.

Na estrutura do COMGAR, as unidades aéreas são agrupadas em quatro forças aéreas, a saber:
1ª Força Aérea ou I FAe, com sede na cidade de Natal. Engloba as unidades de preparação avançada de pilotos da FAB.
2ª Força Aérea ou II FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. Engloba as unidades de asas rotativas (helicópteros) e as unidades de busca e salvamento, patrulha marítima e de apoio a Marinha em geral.
3ª Força Aérea ou III FAe, com sede na cidade de Brasília, DF. Coordena e gerencia o emprego das unidades aéreas de aplicação estratégica e tática, bem como as de defesa aérea.
5ª Força Aérea ou V FAe, com sede na cidade do Rio de Janeiro. É responsável pelas unidades de transporte, reabastecimento em vôo (REVO), lançamento de para-quedistas e apoio a unidades do Exército.

As unidades aéreas são as organizações militares que reúnem os meios operacionais da força. Cada unidade possui uma função específica, além de aeronaves, pessoal e instalações que assegurem o seu funcionamento.
As bases aéreas, por sua vez, estão organizadas através de uma divisão regional do território brasileiro, onde cada região (num total de sete) fica subordinada a um Comando Aéreo Regional (COMAR). São eles:
I COMAR, com sede em Belém e jurisdição sobre os estados do Pará, Amapá e Maranhão.
II COMAR, com sede em Recife e jurisdição sobre os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.
III COMAR, com sede no Rio de Janeiro e jurisdição sobre os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
IV COMAR, com sede em São Paulo e jurisdição sobre os estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
V COMAR, com sede em Canoas e jurisdição sobre os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
VI COMAR, com sede em Brasília e jurisdição sobre o Distrito Federal e os estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins.
VII COMAR, com sede em Manaus e jurisdição sobre os estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia.



Investimentos

 Em 18 de dezembro de 2008, o Presidente da República assinou o Decreto nº 6.703, aprovando a Estratégia Nacional de Defesa. O texto busca reafirmar a necessidade de se modernizar as Forças Armadas.

O governo brasileiro lançou um pacote de medidas que, em cinco anos, garantiria investimentos no setor equivalentes a 2,5% do PIB brasileiro, um aumento de 75%.  O projeto de orçamento prevê R$ 50,2 bilhões para a Defesa. Destes, R$ 10,9 bilhões para investimentos no Exército, Marinha e Aeronáutica, destinados ao reaparelhamento.

 O governo brasileiro, através do Centro Técnico Aeroespacial e da Agência Espacial Brasileira está investindo alto em um projeto que beneficiará as três forças armadas brasileiras, os satélites geo-estacionários brasileiros, apenas com o projeto, já foram gastos R$ 10 milhões, além de beneficiar diversas áreas civis, o projeto beneficiaria as forças armadas, que passariam a ter mais tecnologia para comunicações seguras e para monitorar o vasto território brasileiro, e este seria um embrião, para futuramente abandonar o sistema GPS estadunidense e criar um próprio sistema de tecnologia nacional. O Brasil é um dos 15 países que mantêm programas espaciais no mundo e o único na América Latina com um programa nesses moldes.

 O ministro da defesa Nelson Jobim, coordena uma licitação internacional de R$ 8 bilhões, para aquisição de aeronaves caça de ultima geração,16 esta não é uma simples licitação para compra de aeronaves, o governo brasileiro pretende também adquirir a tecnologia necessária para fabricar seus próprios caças,17 18 com isto, em caso de conflito, o Brasil não dependerá de importações de aeronaves caça para se defender, terá a tecnologia para fabricá-los no país.

 Já estão em operação na amazônia brasileira, os helicópteros de ataque e missões C-SAR, Mil Mi-35M, designados pela Força Aérea Brasileira como AH-2 Sabre, são helicópteros adquiridos da empresa russa Rossoboronexport, em contrato firmado em 2008.



 Já está concretizado pelo Ministério da Defesa, o negócio com as empresas Eurocopter da França e a brasileira Helibrás, por 1,890 bilhão de euros, para a compra e fabricação no Brasil, com transferência de tecnologia, de 50 helicópteros Super Cougar, que estão entre os helicópteros militares de transporte de tropas mais modernos do mundo, também foram adquiridos quinze helicópteros UH-60L Black Hawk  foram encomendados pelo Ministério da Defesa por US$ 525 milhões as empresas estadunidenses Sikorsky Aircraft Corporation e General Eletric Engines.

 Cem aviões leves de ataque A - 29 Super Tucano já foram entregues, foram adquiridos da empresa brasileira Embraer, esta aeronave é um sucesso de vendas da empresa, e inclusive foi utilizada no ataque da Força Aérea Colombiana a um acampamento do grupo narco-guerrilheiro Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, onde Raúl Reyes, o número 2 na hierarquia do grupo, veio a óbito.

 O governo brasileiro, através da Força Aérea Brasileira, está participando em sociedade com as empresas Mectron do Brasil, a sul-africana Denel Aerospace Systems e a Força Aérea Sul-Africana no desenvolvimento e construção do míssil ar-ar A-Darter, projeto estimado em US$ 130 milhões, este míssil equipará os sessenta e oito caças F-5 da Força Aérea Brasileira, e as futuras aeronaves de 5º geração que serão adquiridas em processo licitatório que está em andamento. Além disto, a empresa Mectron desenvolveu para a FAB, outros mísseis, como o MAA-1B Piranha23 e o míssil anti-radiação MAR-1, que foi concebido para atacar radares de sistemas de defesa antiaérea, terrestres e marítimos.



 Também está em desenvolvimento pela Embraer, com apoio do governo brasileiro, uma nova aeronave para transporte de tropas, cargas e lançamento de pára-quedistas, a ser utilizada pela FAB, o Embraer KC-390,25 o congresso brasileiro aprovou R$ 800 milhões para a Embraer concluir o projeto, já é considerada pela imprensa especializada como a aeronave mais moderna da categoria, tal aeronave já despertou interesse internacional, e vários países já demonstraram interesse em adquiri-la e até participar no seu desenvolvimento, como a França e a Colômbia.

 A Força Aérea adotou o uso dos veículos aéreos não tripulados, conhecidos pela sigla VANT, que são controlados remotamente por militares. E está em fase de testes o VANT Hermes-450 da empresa israelense Elbit, na Base Aérea de Santa Maria.

Outras compras e programas já realizados:

Programa F-5BR - modernização dos caças F-5 E/F, concluído.
Programa CL-X - compra de 12 aeronaves Casa C-295, todos entregues, com possibilidade de adquirir mais 8 unidades.
Programa P-X - compra e modernização, ainda em processo, de aeronaves P-3 para patrulha marítima. . Compra de um novo avião presidencial, o Airbus, já entregue.
Compra de 2 aviões de transporte VIP, já entregues. A aeronave escolhida foi Embraer 190.
Programa AMX-M - O programa iniciado em 2004 e 'liderado' pela Embraer mostrou atividade ao contratar, em novembro de 2008, a Elbit para o desenvolvimento dos aviônicos para modernizar as aeronaves AMX, Deve ser finalizado até 2014.



Controle do Espaço Aéreo

O espaço aéreo é controlado pelo Departamento de Controle do Espaço aéreo (DECEA), através do SISCEAB (Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro), que abrange toda a Circulação Aérea Nacional (CAN).

O DECEA exerce sua função por intermédio da atuação de quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA), um Serviço Regional de Proteção ao Voo (SPRV), cinco Centros de Controle de Área (ACC), quarenta e sete Centros de Controle de Aproximação (APP), cinquenta e nove Torres de Controle de Aeródromo (TWR), e ainda setenta e nove Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo (DTCEA).

Unidades

Unidades Operacionais

I FAe
1º/5º GAv Esquadrão Rumba C-95A Base Aérea de Fortaleza
2º/5º GAv Esquadrão Joker A-29B Base Aérea de Natal
1º/11º GAv Esquadrão Gavião H-50 Base Aérea de Natal
GITE Grupo de Instrução Tática Especializada Base Aérea de Natal

II FAe
1º/7º GAv Esquadrão Orungan P-3AM Base Aérea de Salvador
2º/7º GAv Esquadrão Phoenix P-95B Base Aérea de Florianópolis
3º/7º GAv Esquadrão Netuno P-95A, P-95B Base Aérea de Belém
1º/8º GAv Esquadrão Falcão H-1H,H-36 Base Aérea de Belém
2º/8º GAv Esquadrão Poti AH-2 Base Aérea de Porto Velho
3º/8º GAv Esquadrão Puma H-34 Base Aérea dos Afonsos
5º/8º GAv Esquadrão Pantera H-60 Base Aérea de Santa Maria
7º/8º GAv Esquadrão Harpia H-60 Base Aérea de Manaus
2º/10º GAv Esquadrão Pelicano H-1H,SC-105 Base Aérea de Campo Grande
EAS Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento Base Aérea de Campo Grande

III FAe
1º/1º GAvCa Esquadrão Jambock F-5EM,F-5FM Base Aérea de Santa Cruz
2º/1º GAvCa Esquadrão Pif-Paf F-5EM Base Aérea de Santa Cruz
1º GDA Esquadrão Jaguar F-2000C, F-2000B Base Aérea de Anápolis
1º/3º GAv Esquadrão Escorpião A-29A,A-29B Base Aérea de Boa Vista
2º/3º GAv Esquadrão Grifo A-29A,A-29B Base Aérea de Porto Velho
3º/3º GAv Esquadrão Flecha A-29A,A-29B Base Aérea de Campo Grande
1º/4º GAv Esquadrão Pacau F-5EM Base Aérea de Manaus
1º/6º GAv Esquadrão Carcará R-35A,R-35AM Base Aérea de Recife
2º/6º GAv Esquadrão Guardião R-99,E-99 Base Aérea de Anápolis
1º/10º GAv Esquadrão Poker RA-1A Base Aérea de Santa Maria
3º/10º GAv Esquadrão Centauro A-1A,A-1B Base Aérea de Santa Maria
1º/14º GAv Esquadrão Pampa F-5EM,F-5FM Base Aérea de Canoas
1º/12º GAv Esquadrão Horus RQ-450 Base Aérea de Santa Maria
1º/16º GAv Esquadrão Adelphi A-1A,A-1B Base Aérea de Santa Cruz

V FAe
1º/1º GTT Esquadrão Coral C-130M Base Aérea dos Afonsos
2º/1º GTT Esquadrão Cascável C-130M/SC-130M Base Aérea dos Afonsos
1º/1º GT Esquadrão Gordo C-130M/KC-130M Base Aérea do Galeão
1º/2º GT Esquadrão Condor C-99A Base Aérea do Galeão
2º/2º GT Esquadrão Corsário KC-137 Base Aérea do Galeão
1º/9º GAv Esquadrão Arara C-105A Base Aérea de Manaus
1º/15º GAv Esquadrão Onça C-105A Base Aérea de Campo Grande

I COMAR
º ETA Esquadrão Tracajá C-95B,C-98,C-97 Base Aérea de Belém
BINFAE-BE Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Belém Base Aérea de Belém

II COMAR
2º ETA Esquadrão Pastor C-95A,C-97,C-98 Base Aérea de Recife
BINFAE-RF Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife Base Aérea de Recife

III COMAR
3º ETA Esquadrão Pioneiro C-95M,C-95B,C-97 Base Aérea do Galeão
BINFAE-AF Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial dos Afonsos Base Aérea dos Afonsos BINFAE-GL Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Galeão Base Aérea do Galeão
BINFAE-RJ Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Rio de Janeiro

IV COMAR
4º ETA Esquadrão Carajá C-95A,C-97 Base Aérea de São Paulo

V COMAR
5º ETA Esquadrão Pégaso C-95M,C-95A,C-97,C-98 Base Aérea de Canoas
BINFAE-CO Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Canoas Base Aérea de Canoas

VI COMAR
6º ETA Esquadrão Guará C-95C,VC-97,C-98,VU-35,VU-55 Base Aérea de Brasília
BINFAE-BR Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Brasília Base Aérea de Brasília

VII COMAR
7º ETA Esquadrão Cobra C-97,C-98A/B Base Aérea de Manaus
BINFAE-MN Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Manaus Base Aérea de Manaus

DECEA
GEIV Grupo Especial de Inspeção em Voo EC-95B/C,EU-93A
1º/1º GCC 1º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Santa Cruz
2º/1º GCC 2º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Canoas
3º/1º GCC 3º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Natal
4º/1º GCC 4º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Santa Maria
5º/1º GCC 5º/1º Grupo de Comunicação e Controle Base Aérea de Fortaleza

DCTA
GEEV
Grupo Especial de Ensaios em Vôo A-1, XU-93, T-27, H-55 São José dos Campos
CLA Centro de Lançamento de Alcântara C-98,H-50
Centro de Lançamento de Alcântara

DEPENS
1º EIA Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Cometa T-27 Academia da Força Aérea
2º EIA Esquadrão de Instrução Aérea, Esquadrão Apolo T-25 Academia da Força Aérea Clube de Vôo à Vela U-19, TZ-23, Z-15, Z-16, Z-20
Academia da Força Aérea GABAer
GTE Grupo de Transporte Especial VC-1,VC-2,VC-99(A,B e C),H-34, H-35 Base Aérea de Brasília EDA Esquadrão de Demonstração Aérea(Esquadrilha da Fumaça) T-27
Academia da Força Aérea
CELOG/CECAN CAN
Correio Aéreo Nacional Base Aérea de Galeão


Destacamentos

CINDACTA I 

DTCEA – AN- Anápolis (GO)
DTCEA - BQ- Barbacena (MG)
DTCEA – BR – Brasília (DF)
DTCEA – BW- Barra do Garças (MT)
DTCEA – CC – Guarantã do Norte (MT)
DTCEA – CF – Confins (MG) DTCEA – CY – Várzea grande (MT)
DTCEA - GA – Gama (DF)
DTCEA – GI – Chapada dos Guimarães (MT)
DTCEA – LS – Lagoa Santa (MG) DTCEA – PCO – Petrópolis (RJ)
DTCEA – PIE – Caeté (MG) DTCEA – SRO – São Roque (SP)
DTCEA – STA – Santa Teresa (ES)
DTCEA – TNB – Tanabi (SP)
DTCEA – TRM – Três Marias (MG)
DTCEA – YS – Pirassununga (SP) DTS – Brasília (DF)

CINDACTA II 

DTCEA-BI Bacacheri (PR)
DTCEA-CO Canoas (RS)
DTCEA-FI Foz do Iguaçu (PR)
DTCEA-CT Curitiba (PR)
DTCEA-FL Florianópolis (SC)
DTCEA-PA Porto Alegre (RS)
DTCEA-SM Santa Maria (RS)
DTCEA-UG Uruguaiana (RS)
DTCEA-JGI Jaraguari (MS)
DTCEA-MDI Urubici (SC)
DTCEA-CGU Canguçu (RS)
DTCEA-STI Santiago (RS)
DTCEA-CDT Catanduvas (PR)
 DTCEA-CG Campo Grande (MS)
DTCEA-CR Corumbá (MS)

CINDACTA III

DTCEA-AR - Aracaju (SE)
DTCEA-FN - Fernando de Noronha (PE)
DTCEA-FZ - Fortaleza (CE)
DTCEA-LP - Bom Jesus da Lapa (BA)
DTCEA-MO - Maceió (AL)
DTCEA-NT - Natal (RN)
DTCEA-PE - Petrolina (PE)
DTCEA-PS - Porto Seguro (BA)
DTCEA-RF - Recife (PE)
DTCEA-SV - Salvador (BA) SRPV-SP
DTCEA-SP - São Paulo(SP)
DTCEA-MT - Marte(SP)
DTCEA-ST - Santos(SP)
DTCEA-SJ - São José dos Campos (SP)
DTCEA-GW - Guaratinguetá (SP)
DTCEA-SC - Santa Cruz (RJ)
DTCEA-GL - Galeão(RJ)
DTCEA-AF - Afonsos(RJ)
DTCEATM-RJ - Telemática(RJ)

CINDACTA IV

DTCEA-EG - Eduardo Gomes - Manaus (AM)
DTCEA-MN - Manaus (AM)
DTCEA-SL - São Luís (MA)
DTCEA-SN - Santarém (PA)
DTCEA-PV - Porto Velho (RO)
DTCEA-CZ - Cruzeiro do Sul (AC)
DTCEA-TF - Tefé (AM)
TCEA-IZ - Imperatriz (MA)
DTCEA-RB - Rio Branco (AC)
DTCEA-TT - Tabatinga (AM)
DTCEA-MQ - Macapá (AP)
DTCEA-AA - Conceição do Araguaia (PA)
DTCEA-BV - Boa Vista (RR)
DTCEA-VH - Vilhena (RO)
DTCEA-GM - Guajará-Mirim (RO)
DTCEA-SI - Sinop (MT)
DTCEA-FA - São Félix do Araguaia (MT)
DTCEA-UA - São Gabriel da Cachoeira (AM)
DTCEA-FX - São Félix do Xingu (PA)
DTCEA-OI - Oiapoque (AP)
DTCEA-EI - Eirunepé (AM)
DTCEA-MY - Manicoré (AM)
DTCEA-EP - Porto Espiridião (MT)
DTCEA-CC - Cachimbo (PA)
DTCEA-EK - Jacareacanga (PA)
DTCEA-BE – Belém (PA)
DTCEA-TS – Tiriós (PA)



Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento

 O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), mais conhecido como PARA-SAR ('PARA' de paraquedistas, 'SAR' do inglês search and rescue, "busca e salvamento"), é o Esquadrão de emprego operacional FAB, que realiza missões de operações especiais e de busca e resgate, com um efetivo especialista em missões, evasão e resgate em território hostil, próximo ou atrás das linhas inimigas e C-SAR,28 está baseado na Base Aérea de Campo Grande, Mato Grosso do Sul.



Infantaria da Aeronáutica 

A Infantaria da Aeronáutica, baseada na sua maioria pelos batalhões de infantaria da Aeronáutica, segundo seu regulamento, "tem como missão executar ações convencionais defensivas, ofensivas, e de proteção, a fim de contribuir para o cumprimento da missão constitucional da FAB, preservando equipamentos, instalações e pessoal de interesse da Força Aérea Brasileira".



Ensino e Pesquisa na FAB

 A Força Aérea Brasileira mantem as seguintes instituições de ensino:

 Biblioteca do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, São Paulo.

Academia da Força Aérea (AFA) -
Sediada na cidade Pirassununga, Estado de São Paulo, é a Instituição de Ensino Superior que forma Oficiais de Carreira e dos quadros de: Aviação, Intendência e de Infantaria da FAB;

Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR) -
Escola de preparação de Sargentos especialistas da Aeronáutica. Com sede na cidade de Guaratinguetá, Estado de São Paulo. Forma especialistas em várias áreas, como Equipamentos de Voo, Controle de Tráfego Aéreo, Mecânica de Aeronaves, Eletrônica, Música, Enfermagem, Infantaria, Suprimento, dentre outras. Ao final do curso, que tem duração de dois anos, o aluno é promovido a Terceiro Sargento da Aeronáutica Brasileira.



Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) -
Instituição de Ensino Superior, sediado na cidade de São José dos Campos, Estado de São Paulo, que forma Engenheiros militares e civis em diversas especialidades;

Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) - Escola de ensino médio, sediada em Barbacena, Minas Gerais, pronta para formar os futuros cadetes aviadores da AFA;

Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) -
Instituição especializada na formação de oficiais para a Força Aérea Brasileira, sediada em Belo Horizonte, estado de Minas Gerais. Prepara civis formados em diversas áreas de conhecimento, como pedagogia, direito, medicina, odontologia, farmacologia e engenharia para integrar a FAB. Ministra ainda o curso de Oficiais Especialistas da Aeronáutica e o Estágio de Adaptação ao Oficialato, que preparam graduados da FAB para o oficialato.

Instituto de Logística da Aeronáutica (ILA) -
É uma unidade de ensino e pesquisa na área de logística militar da Força Aérea Brasileira (FAB), localizada na Base Aérea de São Paulo, na cidade de Guarulhos, estado de São Paulo. Sua principal função é propiciar o desenvolvimento das capacidades técnicas e gerenciais dos recursos humanos do Comando da Aeronáutica, com vistas ao aprimoramento dos sistemas logísticos da FAB.



Equipamentos (Quantidades Estimadas )

616 Aeronaves Asa Fixa 

Caças p/ Defesa aérea e interceptação
12 Caça Dassault Mirage 2000 F-2000C / F-2000B .
58 Caça Northrop F-5E/F Tiger II F-5EM/FM      

Aviões de ataque
54  Caças A-1/A-1B

Aviões de treinamento e ataque leve 
110 Embraer EMB 312 Tucano AT/T-27 1
100 Embraer EMB 314 Super Tucano A-29/29B
60 Neiva T-25 Brasil Treinamento Básico T-25
04 Embraer EMB-326 Xavante AR-26

Aviões de transporte Presidencial
01 Airbus A319  Avião Presidencial VC-1A
02 Embraer 190 Aviao Presidencial VC-2

Reabastecimento em vôo
04 Boeing KC-137 Stratoliner  KC-137 (707-320C) * Há previsão para substituí-los a partir de 2014.
02 C-130 Hércules KC-130H

Foto aérea
02 Learjet 35 foto aérea R-35A

Ensaios em vôo
02 British Aerospace BAe 125-400  XU-93

Transporte
12 EADS/CASA C-295 Transporte C-105A * Mais 8 serão entregues em breve.
56 Embraer EMB-110 Bandeirante  Transporte C-95/A/B/C  * 42 deles serão modernizados.
96 Embraer EMB 120 Brasília Transporte
08 Embraer EMB-121 Xingu  Transporte VU-9
04 Embraer ERJ-135 Transporte VC-99C
08 Embraer ERJ-145 Transporte C-99 (EMB-145)
08 Learjet 35/55 Transporte  VC-35
20 C-130 Hércules Transporte C-130E/H

Aviões utilitários 
08 Embraer EMB 810 Seneca II/III Utilitário U-7/7A (EMB 810C)
04 Embraer Ipanema Brasil Utilitário U-19
02 Piper PA-32 Cherokee Utilitário
20 Cessna 208 Caravan I/II  Utilitário C-98 (208A) C-98B (208B)  C-98C (208C)

SAR 
12 Embraer EMB 110B Bandeirante R-95/RC-95

Patrulha marítima 
20 Embraer EMB-111 P-95A/B

Aviões de Vigilância aérea/Patrulha Maritima
09 Lockheed P-3 Orion  P-3M/BR 634  * Mais 3 serão reservas

Alerta Aéreo Antecipado/Sensoreamento Remoto
08 Embraer E-99/R-99

 Vigilância aérea remota/Reconhecimento - VANT
04 Elbit Hermes 450 Israel  Aquisições prováveis de novos em breve.



108 Helicopteros

36 UH-1 Iroquois Utilitário H-1H
04 Bell 206 JetRanger Utilitário H-4B (206B)
24 Helibras HB-350B Utilitário H-50
04 Helibras HB-355 Utilitário/Ensaios em vôo H-55

12 Mil Mi-35 Ataque AH-2 Sabre

08 UH-60 Black Hawk  Combate SAR /H-60L * Mais 16 H-60 foram requisitados.
02 Eurocopter EC 725 (H 36) Combate SAR H-36 * Mais 08 novos serão comprados

08 UH-60 Black Hawk Busca e Salvamento

08 Eurocopter AS-332 Super Puma  Transporte H-34 (AS-332M) VH-34
02 Eurocopter EC 135  Transporte VH-35


Armamento

Mísseis, Bombas e Foguetes

Míssil anticarro 9M120 Ataka-V Alto explosivos anti-tanque
Míssil antinavio MAN-1 míssil anti-navio com um Alcance 60–80 km
Míssil antinavio AGM-84 Harpoon Harpoon Block é um míssil lançado-ar
Missel ar-ar A-Darter 10° Geração de mísseis Ar-Ar
Míssil ar-ar Mectron MAA-1 Piranha Mísseis ar ar de curto alcance
Míssil ar-ar MAA-1B"Piranha B" nova versão de quarta geração
Míssil Anti-Radiação MAR-1 Mísseis anti-radiação Brasileiro (ARM)
Míssil ar-ar Derby Beyond-visual-range (BVR)
Míssil Ar-Ar Israel F-5M
Míssil ar-ar Python -3 e -4 Short-range
Míssil Ar-Ar Israel F-5M
Míssil ar-ar R550 Magic Short-range
Míssil ar-ar Super 530 Beyond-visual-range (BVR) Míssil Ar-Ar

Bomba de fragmentação BLG-252
Bomba incendiária BINC-300
Bomba Guiada Elbit Lizard Bomba Guida a Laser
Bomba Guiada SMKB-82/83 Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)
Bomba Guiada Mark 83 Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)
Bomba Guiada Mark 82 bomba Bomba guiada por GPS (conhecido como AKAUAN)

Foguete Avibras Skyfire 70 Foguete ar-superfície
Foguete SBAT-70/127 Foguete Ar-superfície
Foguete S-8 rocket Foguete Ar-superfície

Outras Armas Embarcadas

Metralhadoras e Canhões automáticos

Metralhadora M134 Minigun Metralhadora multi-tambor pesado de 7,62 mm
Metralhadora FN MAG 7.62 de uso geral Bélgica H-34, H-36, H-50
Metralhadora Browning .50 12,7 de uso geral

Canhão automático Pontiac M39 20mm
Canhão automático DEFA 553 30mm
Canhão automático GSh-23L Montagem móvel NPPU-23-23mm

Armas da Infantaria de Aeronáutica

HK33 5,56 mm Fuzil HK-33 Fuzil Regular, Será substituído pelo IA-2
SG 550 5,56 mm Fuzil SG-550 Operado pelo PARA-SAR
Taurus MT 12 9 mm Submetralhadora M-972 Cópia da Beretta M12
Taurus PT-92 9 mm Pistola M-975 Cópia da Beretta 92
IMBEL M-973 9mm  Pistola M-973 Cópia da Colt 1911 no calibre 9mm
Browning .50 12,7mm Metralhadora
FN MAG 7,62mm Metralhadora
Gaugio 12 CBC/Boito Brasil Escopeta
AR-15 5,56 mm Rifle AR-15
 9K38 Igla Missel SAM SA-18

Radar

04 M-60 Radar de defesa antiaérea de baixa altura para identificar alvos até o alcance de 75 km.


 Exercícios

 A Força Aérea Brasileira realiza operações aéreas com o objetivo principal de treinar suas tropas e testar seus equipamentos para mantê-los sempre capacitados a oferecer uma pronta-resposta em caso de possíveis acionamentos e necessidades.

Os exercícios são de variadas naturezas, visando determinadas metas, e envolvem diversas Unidades. Dependendo da manobra, até mesmo Forças Aéreas de outros países: são as operações conjuntas, que trazem benefícios comuns às nações participantes, além de ajudas humanitárias no Brasil ou no Exterior:

Cruzex I  2002  Argentina,Brasil,França,Chile
Cruzex II 2004  Argentina,Brasil,França,Venezuela
Cruzex III 2006 Argentina,Brasil,Chile,França,Uruguai,Venezuela
Cruzex IV 2008 Brasil,Chile,França,Uruguai,Venezuela
Cruzex V 2010  Brasil,Chile,França,Uruguai,Estados Unidos




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